Amores de Príncipe
Um conto de fadas para não-crianças
Editor:
Poética Edições, junho de 2024 ‧
ver detalhes do produto
13,50€
10% DESCONTO
IMEDIATO
Um1ab2FVcHBSV2RYVWpJMmJWQlRVMHBuTUcxaFVTc3ZTVkJTTVN0d2QybDBWWE14UTBKaVRHMUdOa2RoY2tRcmRVY3dUazlNV25VMlowcG9MM3A1UldwMVVGaHRSa0pQTW14V1FsSldSemx1Tm1sdGN5dDVhekpOYkUxTFNIZHlhVVZzV21JdmJUZHpUMHRwYjBvd1MybGljV2QwT1Raak5EUjJWVTlGV2pkRkwyVlVjR1l3V1UxM2RIWmtLMVIzYzJWM2FuTmlUV1J3WWtFMVIydFZSM0JQY1dKdGVVZFBiMDl2U1VJdk5tWXdUMUYwYUVWMVV6WlNWamN4VUhFdkswZFZhMjUxZVVwelYxUlRRVmMzWVVOeFdtRnNRbGt6YkVwUFdGVkxibFpPTWtJNU5XSk1WSFV5YW1GaFFXWkdMM2RSVGl0a1ZXdFFWRmxUU2xvMFpVWmlPVlpxZWpOUGVtdFpNamRDWmpkRFJXZFFkMXBqTlZkVU4wMW5Uak15WTNvNGJtaExZbGhtZW5CVU1HZHJiVFpPWldGelFUSk9RM2N6UVZkM1UzbFRiRGdyWW05eVlXZDJkRGR0U0UxdlNIUkZOVzR2Vm1ScE1rcFphSGREYjJWbFRsQmtZelpPUlZoc1JYSnBhQzlsYW5KaWJuZElVRkZsTDJoRVNGTnlaV1F3TVRNclVIVlViMWh4TjJSbE9VWklNV1UzWVc1T1dVTjFVMmhWUWsxQlNGcGlkWHBaY2t0NWJrWkNaekptTDBKT1UwNW5iR05hZERjdlNUZDRNemx0Y2tsM09VMUNTelZIYkdOVWExUkxTMUpuUTJoeFFVdEhjbmhVUWpkNGJ6aEZVRmQ2WVRnelQzbEljbWRrVDFkcU5FNDBjMWRKYzJGWlZEbFNTM2d5VERWd2QwazNRMUprWXpsNE9UQllSRWQwTVhGWU1GcHdWVll3V1dSWFZrc3ZUMWxaWVU0NVduYzBlRGxuVjNreWFGZEZiVVZDTkZwUGFVTmpUMVZ3OjlRQ1JjQkxFYkZZbVRwV08zdjEzZFE9PQ==
EM STOCK
-
SINOPSE
Ser Bruxa, foi uma das primeiras profissões que as Mulheres conseguiram ter: As mulheres que, desde a pré-história, enquanto os homens caçavam, iam descobrindo folhas, caules e raízes, que usavam como complemento da alimentação e no alívio de dores e maleitas. Por isso, contaram-me italianos, as bruxas são em Itália consideradas símbolo das feministas.
«Fadas e Bruxas (Que las hay, hay) podem ser más ou boas, prejudicar ou curar. Elas estão presentes na nossa história como na nossa imaginação. Quando, já com mais de vinte anos, vim a ler Psicanálise dos Contos de Fadas, de Bruno Bettlheim, tive uma verdadeira epifania, ao perceber como todo aquele conteúdo simbólico estava bem vivo no inconsciente colectivo e no meu.»
Júlia Lello, do prefácio
«Fadas e Bruxas (Que las hay, hay) podem ser más ou boas, prejudicar ou curar. Elas estão presentes na nossa história como na nossa imaginação. Quando, já com mais de vinte anos, vim a ler Psicanálise dos Contos de Fadas, de Bruno Bettlheim, tive uma verdadeira epifania, ao perceber como todo aquele conteúdo simbólico estava bem vivo no inconsciente colectivo e no meu.»
Júlia Lello, do prefácio
EXCERTOS
«Quando voltou ao palácio, ainda surpresa e quase medrosa da metamorfose, o Príncipe, pensava ela, devia estar ainda com a. Mas o Príncipe estava no salão, a descansar de tantas viagens e noites de amor, e dos sonhos que cansavam, das lutas que com a bruxa tinha travado por causa da música. Ao princípio nem a viu entrar, nem decerto a conheceria: como poderia conhecê-la, se o seu aspecto já não era de Bruxa; e se ele já não se lembrava dela quando Princesa (até o som bonito do seu nome, gentil nome, ele havia esquecido). Mas era preciso dar tempo ao tempo.»
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899070851 |
| Editor: | Poética Edições |
| Data de Lançamento: | junho de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 120 x 219 x 5 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 72 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Contos
|
| EAN: | 9789899070851 |