10% de desconto

Alves & C.ª

Livro de Bolso

de Eça de Queirós
Editor: 11 X 17, abril de 2019 ‧
7,00€
10% DESCONTO CARTÃO
EM STOCK -
Um romance que nos apresenta um casal, Godofredo Alves e Ludovina, nas suas contradições mais profundas. Em plena comemoração do aniversário de casamento, Godofredo surpreende Machado, que além de ser seu sócio também é o seu melhor amigo, numa relação adúltera com Ludovina.

Na sociedade portuguesa de finais do século XIX, este triângulo amoroso vai desencadear nos intervenientes um conjunto de respostas através das quais Eça de Queirós explora alguns dos principais temas que circunstâncias como estas podem suscitar.

Uma sátira só ao alcance de um dos grandes nomes da Literatura Portuguesa.

Alves & C.ª

Livro de Bolso

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722537599
Editor: 11 X 17
Data de Lançamento: abril de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 108 x 168 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722537599
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Na Companhia do Alves

Anabela Borges

"Alves & C.ª", de Eça de Queiroz, é um romance realista, irónico e mordaz. Com humor refinado, a obra critica a sociedade portuguesa do século XIX, revelando hipocrisias, vaidades e ambições humanas com grande sagacidade. Uma leitura inteligente, divertida e perspicaz, que combina entretenimento e reflexão social. Um clássico da crítica social portuguesa, perfeito para quem aprecia ironia e observação perspicaz da vida quotidiana.

O País que se diz "de brandos costumes"

Anabela Borges

Lisboa nos fins do século XIX e o seu imaginário social. O livro foca o tema do adultério, um dos temas recorrentes em Eça de Queiroz. Também prevalece a visão de que o ócio degenera a virtude da sociedade como um todo e, assim sendo, a mulher que tem muitas ocupações é vista como mais fiel. A personagem Godofredo surge como o estereótipo da prudência mercantil e da burguesia constituída em bases sólidas. Estas premissas conduzem ao cerne da narrativa: a necessidade de sobrevivência numa sociedade capitalista. Recomendo este pequeno romance, uma sátira à passividade, como também à impulsividade, um enredo de contradições como só Eça de Queirós poderia arquitectar, onde nada é certo ou errado…

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU