A Solidão dos Números Primos

de Paolo Giordano
Editor: Relógio D'Água, julho de 2015 ‧
A Solidão dos Números Primos obteve o Prémio Strega em 2008 e o Prémio Campiello Opera Prima e foi traduzido em mais de quarenta línguas.
A narrativa centra-se nas vidas de Alice e Mattia, ambos marcados por um episódio traumático sucedido na sua infância afinal parecem-se com aqueles números especiais, a que os matemáticos chamam "primos gémeos", que estão separados apenas por um número par, próximos mas incapazes de se tocarem realmente.

A Solidão dos Números Primos

de Paolo Giordano

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896415341
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: julho de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 233 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 264
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896415341

Os "primos gémeos"

AllbyMyShelves

Alice e Mattia. Dois personagens marcados por um trauma de infância, que os torna "deslocados", isolados e incompreendidos pelos seus pares e familiares. Alicia é caos, Mattia é introversão. Ambos passam a vida numa constante auto-agressão física, que espelha feridas interiores nunca saradas. Quando se "encontram", de alguma forma, encontram-se a eles mesmos, ainda que permaneçam "distantes" um do outro. São os tais ¿¿¿¿¿¿ ¿é¿¿¿¿, próximos, ainda que solitários. Há muito tinha este livro na estante à espera de ser lido. Finalmente o li, e fiquei completamente rendida ao mesmo. É, claramente, "o meu tipo" de livro! Só posso recomendar

Profundo, triste e belíssimo

AC

Às primeiras páginas dei com alguns detalhes de enredo que me fizeram recear que as seguintes se revelassem grosseiras. Depois percebi que era só um realismo puro, mas honesto, porque totalmente necessário para definir o tom e a base da história. E é então, quase de repente, que se fica rendido, sem hipótese de retorno. Este não é um livro fácil, longe disso; há sempre nele um travo amargo, como se cada capítulo emitisse uma banda-sonora que já denuncia a cena seguinte. Mas tudo ali é perícia, beleza trágica e humanidade. Partindo de um título refinado, descobri um escritor de finíssimo e depurado trato, e uma história que, entre deslumbres e deceções, me deixou uma marca muitíssimo mais viva do que obras (imerecidamente) muito mais celebradas.

Profundo, triste e belíssimo

AC

Às primeiras páginas dei com alguns detalhes de enredo que me fizeram recear que as seguintes se revelassem grosseiras. Depois percebi que era só um realismo puro, mas honesto, porque totalmente necessário para definir o tom e a base da história. E é então, quase de repente, que se fica rendido, sem hipótese de retorno. Este não é um livro fácil, longe disso; há sempre nele um travo amargo, como se cada capítulo emitisse uma banda-sonora que já denuncia a cena seguinte. Mas tudo ali é perícia, beleza trágica e humanidade. Partindo de um título refinado, descobri um escritor de finíssimo e depurado trato, e uma história que, entre deslumbres e deceções, me deixou uma marca muitíssimo mais viva do que obras (imerecidamente) muito mais celebradas.

ESPETACULAR

Rute Ferreira

Há muito tempo que não lia um livro tão absorvente e entusiasmante. Inicia-se a leitura e não dá para parar de ler. Recomendo, mais próximo da realidade que nos pode parecer.

Maravilhoso!

RT

Este livro é fantástico. A leitura nos toma tão completamente que devoramos cada página numa velocidade inimaginável para uma obra de tamanho volume. Recomendo!

GRANDES ESCOLHAS

MARIA FIGUEIREDO

Todos os livros que tenho escolhido e comprado no Clube Wook têm sido excelentes.

Emotivo

Silvia Duarte

Um livro sensível que mexe com os nossos sentimentos e que me levou ás lágrimas! Recomendo a sua leitura!

SOBRE O AUTOR

Paolo Giordano

Paolo Giordano (Turim, 1982) é dos mais importantes escritores italianos da atualidade. Licenciou-se em Física na Universidade de Turim, onde ganhou uma bolsa de doutoramento em Física de Partículas, e é o autor dos romances A Solidão dos Números Primos (2008, Prémio Strega e Prémio Campiello Opera Prima), O Corpo Humano (2012), Negro e Prata (2014) e Devorar o Céu (2018). Publicou ainda o ensaio Frente ao Contágio (2020) e Le cose che non voglio dimenticare (2021). Escreveu para teatro e para cinema, e é um colaborador regular no jornal Corriere della Sera.
Tasmânia, o seu mais recente romance, foi considerado o melhor livro de 2022 em Itália.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU