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A Relíquia

Livro de Bolso

de Eça de Queiroz

editor: Biblioteca Editores Independentes / Relógio D’Água, fevereiro de 2010
Romance saído em folhetins na Gazeta de Notícias, cuja epígrafe se tornou célebre - "Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia" - por sintetizar a aliança entre realismo e imaginação, naturalismo e fantástico, patente na obra. Da intriga central - a viagem de Teodorico à Terra Santa, de onde traz, não a relíquia que prometera à tia beata, mas sim, por lapso, a camisa de dormir de uma amante - sobressai o sonho ou a viagem no tempo do protagonista, que, acompanhado pelo seu erudito amigo, Dr. Topsius, assiste à pregação, julgamento e morte de Jesus. A obra, que exalta a figura humana de Cristo, como paradigma de amor e de bondade, foi considerada herética pelos sectores mais conservadores, por questionar a divindade de Cristo.

A Relíquia

Livro de Bolso

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898231116
Editor: Biblioteca Editores Independentes / Relógio D’Água
Data de Lançamento: fevereiro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 120 x 189 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Coleção: BI
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898231116
e e e e E

uma comédia que vale a pena!

Luís Nuno Barbosa

Um livro que, bem ao estilo de Eça de Queirós, retrata e satiriza uma sociedade conservadora e beata, com uma fantástica e inesperada comédia.

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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