A Primeira Mão que Segurou a Minha
SINOPSE
Anos depois, Elina e Ted estão a lidar com o nascimento do primeiro filho. Ela luta para conciliar as exigências da maternidade com a sua vida artística, enquanto Ted é assombrado por memórias da sua infância que não coincidem com as histórias contadas pelos pais.
À medida que Ted começa a procurar respostas, é revelado um retrato de duas mulheres — separadas por cinquenta anos mas ligadas de formas que nenhuma poderia ter previsto.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897835278 |
| Editor: | Relógio D'Água |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 152 x 237 x 23 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 344 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Ficções |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789897835278 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Maravilhoso
Ler, um prazer adquirido
Maggie O’Farrell escreve livros que pulsam. Uma inquietude que nos deixa em constante tensão porque torcemos por personagens, como Lexie ou Elina e parece que há sempre um obstáculo ou um estafermo à espera e não é isso que queremos ler. Neste romance, não sei de qual das duas gostei mais porque a história vai correndo a par e ambas são mães dedicadas na corda bamba, ainda que separadas por uma diferença temporal de cinquenta anos e com um forte elo em comum que se vai gradualmente revelando. Não há nada que torne estas personagens extraordinárias exceto o seu talento e a sua forte personalidade e resiliência e sem qualquer apoio familiar. Portanto… que romance maravilhoso.
Fascinante
Maria José Carvalho
A primeira mão que segurou a minha Um livro que dificilmente se larga mal o começamos a ler. A figura materna, a verdadeira mãe, o colo, o cheiro, aquele que ama, o que transmite o amor, o carinho, a ternura, o eterno, a chama, o belo, o odor, esse é a mãe, os outros são e serão apenas os lugares comuns. A mãe transmitirá sempre a memória, a necessidade de não esquecer, o prolongamento do eu, por todos os tempos. O cordão umbilical estará sempre. Nunca haverá "perda". Neste caso, a vida trocou as voltas. Há quase como que que uma má premonição. Mas a memória está lá e com o tempo, ela vai reaparecendo. Seja o tempo que for, mas a ligação entre a mãe e o filho dure o tempo que durar, vale sempre a pena e a Maggie retrata-a magistralmente.
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