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A Piada Infinita

de David Foster Wallace

Livro eBook
editor: Quetzal Editores, novembro de 2012
Uma comédia colossal, brilhante, sobre a procura da felicidade e todos os males do nosso tempo.

A obra-prima de David Foster Wallace.

«(David Foster Wallace) Parece habitar um continuo tempo-espaço diferente do nosso. Maldito seja.»
Zadie Smith

«Um dos romances-evento da década, e um marco literário sobre o qual é possível recorrer com alguma confiança ao velho chavão sobre a ficção americana nunca mais ter voltado a ser a mesma: a fasquia para os sucessores (foi) elevada à altura de um arranha-céus.»
Rogério Casanova, in Público

A Piada Infinita

de David Foster Wallace

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897220630
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: novembro de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 239 x 52 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 1200
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897220630
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
e e e e E

Narrativa complexa, humorística e profunda

Tf

Viagem incrivel pelo universo deste autor. Livro que recomendo a qualquer pessoa interessada numa narrativa complexa, humorística e profunda.

e e e e e

“Ainda não inventaram uma palavra para aquilo que ele fez”.

Igor Domingos

A frase que consta na capa deste livro não poderia ter sido melhor escolhida. “Ainda não inventaram uma palavra para aquilo que ele fez”. Este pode tornar-se o livro de uma vida para alguns, ou um inferno sem fim para outros. Tudo depende da postura do leitor para com esse obstáculo chamado “A Piada Infinita”. Este livro é um desafio quer em termos de leitura e de persistência na leitura como fisicamente pelo tamanho do livro, como até logisticamente. Um livro que deve ser lido com dois marcadores para poder ser feito de forma mais fluida. Se lê-lo uma vez é um desafio, fechar o livro e dizer que o quero reler em breve é uma loucura, um atestado de insanidade, digno de ser colocado como uma das personagens do livro. É um livro que nos afoga em todo o tipo de sentimentos. Tédio, solidão, angustia, euforia, alegria, sentimento de impotência perante alguns obstáculos, torna-nos obsessivos, faz-nos caminhar mais uma pagina, deixa-nos cansados perdidos, e no fim realizados. Não segue nenhum esquema. Não se pode dizer que há um principio ou o fim, nem sei se posso dizer que chega a contar uma história. Não é sobre algo real, inventa guerras, grupos terroristas, até um desporto que vos fica na cabeça. Eschaton. Fala de droga miséria, alienação furtos, atentados, desporto, depressão, solidão, entretenimento. Fala muito naquilo que são as sociedades dos nossos dias, embora possa não parecer. Fala sobre um sentimento de constante necessidade de entretenimento que abunda na nossa sociedade. Os personagens, posso dizer não tem ponta por onde se lhe pegue. São caricaturas que ao vermos os jornais dos nossos dias em tudo nos parecem de facto poder existir. Ser uma personagem neste livro, é quase um adjectivo que se pode dar a alguém. DFW disse que o objectivo da ficção deve ser combater a solidão. No entanto alguém que se proponha a ler este livro imenso, irá ser colocado no fundo da cadeia alimentar social, e irá gerar um novo tipo de pessoas irritantes. As pessoas que leram este livro, e não conseguem parar de falar dele. Felizmente faço parte deste novo grupo de pessoas irritantes.

e e e e e

Obra-prima

anabela moutinho

David Foster Wallace. A dimensão do livro assusta, mas só até começar a lê-lo. Impossível parar. Não fica pedra sobre pedra - da época, dos temas, até da literatura - após esta obra épica, deslumbrada, desassombrada, visionária e profundamente cínica de alguém que nada tem a perder senão as ilusões previamente desaparecidas. De quando em vez, acontecem fenómenos deste na literatura - uma pessoa que é uma voz única, um livro que é um monumento vivo. É o caso de 'Piada Infinita'. Recomendo, em absoluto.

e e e e E

O espelho de uma gerção

Rui Morais e Castro

David Foster Wallace passou para a escrita, muito autobiográfica, as vivências de uma geração americana. É uma escrita de não muito fácil leitura em que o autor tem de acompanhar as variações de estilo ao longo de quase 1.200 páginas, que se lêm de um fôlego.

e e e e E

Infinitamente...bom!

M.

Creio que se pode dizer que este livro de Wallace é o livro de uma geração. Porquê? Porque é o retrato de uma cultura em crise, sempre com a voz hilariante e desassombrada do autor. Não será o livro mais simples, não só devido ao número elevado de páginas, mas também pelos múltiplos géneros narrativos que contém e pela quantidade de ideias que abarca. Porém, vale a pena, principalmente para quem aprecia extravagâncias literárias (no bom sentido) recheadas de temas variados (neste caso: depressão e outras desordens, família, drogas, indústria do entretenimento, política, etc). Não é por acaso que esta obra é a mais referenciada no que diz respeito ao falecido autor (que entretanto se suicidou). A piada das nossas vidas, no fundo, é mesmo infinita. Recomendo!

David Foster Wallace

David Foster Wallace nasceu em 1962, Ithaca, Nova Iorque. Estudou Inglês e Filosofia, e, durante a adolescência, foi praticante federado de ténis, uma atividade que viria a ser essencial na sua obra de ficção e de não ficção. Publicou o primeiro romance, The Broom of The System, em 1987, um livro influenciado por um dos seus ídolos literários, Thomas Pynchon, e que recebeu críticas bastante positivas da imprensa na altura. O segundo romance só apareceu nove anos depois, na forma das mais de mil páginas da colossal, delirante e inovadora obra A Piada Infinita (Quetzal, 2012). A revista Time considerou-a um dos cem melhores romances de língua inglesa publicados desde 1923. No período entre a publicação dos dois romances, Wallace deu aulas de Literatura no Emerson College, em Boston, escreveu contos e artigos para a imprensa, entre os quais o muito influente E Unibus Pluram: a Televisão e a Ficção Americana, uma reflexão sobre as tendências da nova ficção americana. As coletâneas de ensaios e de artigos jornalísticos Uma Coisa supostamente Divertida Que nunca mais Vou Fazer (1997) e Pensem na Lagosta (2005) confirmaram Wallace como um dos escritores mais originais da sua geração, capaz de transformar um texto sobre o tenista Roger Federer numa obra de arte. O sucesso e o reconhecimento da crítica e do público não aliviaram, porém, os problemas de depressão que Wallace enfrentou ao longo de toda a vida. Em 2008, com apenas 46 anos, David Foster Wallace suicidou-se. Com base no trabalho que deixou incompleto, o seu editor norteamericano decidiu publicar, em 2011, o romance póstumo O Rei Pálido, testamento literário de um génio da literatura universal que agora, após a edição de Uma Coisa supostamente Divertida Que Nunca Mais Vou Fazer – Ensaios (2013), a Quetzal tem a honra de apresentar.

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