A Passo de Caranguejo
SINOPSE
30 de Janeiro de 1945: um submarino russo afunda, ao largo de Danzig, um antigo paquete de cruzeiros alemão, o Wiilhelm Gustloff, que transportava para oeste milhares de refugiados aterrorizados com o avanço do Exército Vermelho. Mais de 4000 crianças morrem no acidente. Só algumas centenas de fugitivos sobrevivem. Posteriormente, este facto histórico seria negado tanto pelos alemães, depois da queda de um regime saturado de culpas, como pelos vencedores soviéticos.
Literalmente a passo de caranguejo, ziguezagueando entre memórias e gerações, Günter Grass interroga o passado e o presente da Alemanha, os seus traumas incontornáveis e as suas angústias face às ambiguidades do futuro.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Uma composição sofisticada, uma leitura altamente envolvente. Quando uma narrativa me leva às lágrimas, então é boa, é grande literatura.»
Der Speidel
«No romance A Passo de Caranguejo Grass é o primeiro escritor da sua geração a abordar o drama sofrido no final da guerra por milhares de refugiados alemães dos territórios de Leste. O livro coloca em causa o silêncio e as dificuldades, no plano moral e narrativo, ligados a este tema. »
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DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789724618456 |
| Editor: | Casa das Letras |
| Data de Lançamento: | setembro de 2008 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 147 x 230 x 14 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 224 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789724618456 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Ótimo livro!
Beatriz
Não fazia ideia do que era a tragédia do cruzeiro Wiilhelm Gustloff e da sua relação com a II Guerra Mundial. Este livro, que achei difícil e confuso ao início, explica muito bem o sucedido e desenrola muito bem a teia entre personagens. Gostei muito!
Essencial para quem quer perceber a Alemanha
AS
“A Passo de Caranguejo” coloca-nos perante um relato vívido da ambivalência humana e tenta uma abordagem das Alemanhas que evoluíram após a II Guerra Mundial. A partir de um episódio trágico, até hoje muito mal explicado e sentido pelas personagens como eixo das suas vidas, mostra-nos como as ideologias podem ser o todo e o seu contrário. A importância das datas e coincidências nos espíritos confusos em busca de identidade. Opostamente ao “Descascando a Cebola” (pessimamente traduzido, tendo já solicitado ao editor a sua revisão), apresenta excelentes soluções inesperadas, como por exemplo o dialeto da mãe/avó e é um prazer a leitura desta obra.
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