A Morte é Uma Flor

Poemas do Espólio

Livro 1

de Paul Celan

editor: Cotovia, abril de 1998
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Edição bilingue

"Este último livro de Paul Celan teve, assim, desde logo uma dupla e ambígua destinação, já que os poemas que o integram, tendo sido destinados ao silêncio, ficaram afinal disponíveis para a revelação (poderíamos aplicar aqui o pensamento final do ensaio de Blumenberg: 'Só virtualmente há últimos livros'). Mas nos poemas do espólio de Paul Celan fala um duplo silêncio, ou manifesta-se um duplo silenciamento: o dos poemas retirados (que a publicação arrancou à sombra do silêncio) e o da linguagem que se retira (se rarefaz) para deixar agigantar-se, sem o lastro diluidor do discursivo, a memória dos mortos e a História dos seus assassinos, na nudez e na dureza de uma linguagem nua, no fio da navalha."
*Excerto do posfácio de João Barrento, "Memória e silêncio"

A Morte é Uma Flor

Poemas do Espólio

de Paul Celan

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728423155
Editor: Cotovia
Data de Lançamento: abril de 1998
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 203 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Coleção: Poesia
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789728423155
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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poesia de luz

Rui Vieiro

a poesia de Paul Celan, é um local fantástico como só a poesia pode ser, não conhecia e fiquei atónito. muito bom

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«A morte é uma flor que só se abre uma vez»

Teresa

Celan é um poeta que escreve o mundo através de um exercício de equilíbrio entre o silêncio e a dor. Os poemas, curtos, compõem-se de palavras-chave, quase sempre embebidas na crueza da realidade. «Com o vento pelas costas morro e apago-me na grande monção -- é então que verdadeiramente vivo.»

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A morte em Celan

Assucena Sousa

Uma poesia crua e madura. Celan apresenta-nos uma escrita que se joga entre o mais intimo dos sentires humanos e as imagens das coisas do mundo. As suas palavras são como 'navalhas' que nos deferem duros golpes de lucidez. Recomendo vivamente a sua leitura.

Paul Celan

Paul Celan nasceu em Czernowitz (Bucovina, na Roménia) em 1920, de pais judeus-alemães. Em 1940, Czernowitz é ocupada pelos soviéticos e no ano seguinte pelas tropas alemãs e romenas. Em 1942, os seus pais são deportados para um campo de extermínio, onde morrem poucos meses depois. Apesar de ter sobrevivido ao Holocausto, Celan permaneceu preso, num campo de trabalho, até 1943, ano em que a Bucovina volta a ser tomada pelos soviéticos.

Em 1945, parte para Bucareste onde se torna tradutor e leitor de uma editora e publica os seus primeiros poemas. Em dezembro de 1947, partirá para Viena, e um ano depois para Paris, onde se fixa e retoma os estudos (Germanística e Linguística). Entre 1950 e 1968, publica vários originais e traduções (Shakespeare, Henri Michaux, Paul Valéry, Pessoa, Mandelstam). Em 1969, um ano antes da sua morte, visita Israel. Suicida-se no Sena, um ano depois.

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