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A Lua de Joana

de Maria Teresa Maia Gonzalez
Livro eBook
Editor: Bertrand Editora, setembro de 2023 ‧
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Lisboa, 28 de agosto
Faz hoje um mês que tu… Não sou ainda capaz de dizer a palavra.

Joana, treze anos, acaba de perder Marta, a sua melhor amiga, vítima de uma overdose… e agora? Joana não sabe como lidar com o acontecimento. Resolve então escrever-lhe, como se fosse um diário. Nele, Joana encontra um refúgio para as suas preocupações e ansiedade. Será suficiente? em casa reina o conforto material e uma família ausente. o que fazer? Não está ninguém em casa.

Um clássico da literatura juvenil, de Maria Teresa Maia Gonzalez, que aborda um tema que se mantém atual. Uma obra intemporal da autora, que interpreta magistralmente o universo dos adolescentes neste e nos seus inúmeros títulos publicados.

A Lua de Joana soma centenas de milhares de exemplares vendidos e está traduzido em várias línguas.
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Livros que alertam para o problema das drogas

Não é que alertem – mostram. E só por se ver já se fica alertado. Ler pode ser um vício – e ler sobre o vício pode ser aterrador. A Lua de Joana Em criança, li este livro dezenas de vezes, e cada leitura foi um susto. Maria Teresa Maia Gonzalez, partindo do quarto de Joana, conseguiu assustar gerações inteiras. Através do diário da menina, os pequenos leitores viam uma vida destruída pelas drogas. Aliás, não uma, mas várias: a melhor amiga de Joana tinha morrido depois de ter sucumbido às substâncias, os pais transformaram-se em fantasmas, e ela sobreviveu com a incompreensão. Primeiro, como expectável, só sente horror por drogas que lhe levaram a amiga; a seguir, vai começando a sentir um certo apelo. Claro que a coisa acaba sempre por dar para o torto. Finda a leitura, fecha-se o livro pensando que a vida podia ter acontecido de outra forma, e que se podiam ter safado filhas e pais. Bastava, para isso, não se ter sequer experimentado – logo naquela fase em que era tão fácil dizer não. COMPRAR NA WOOK








  Os filhos da droga É um testemunho e impressiona até os mais gélidos. Aliás, não foi à toa que teve um impacto tão pungente em todo o mundo. Não deve haver adolescente leitor que não lhe tenha posto a mão. Aqui, temos a história de uma adolescente a quem a droga estragou a vida. Um dia, fumou um charro; menos de dois anos depois, prostituía-se depois das aulas para pagar uma dose de heroína. É uma porta aberta para o mundo do vício, e para a forma como este se impõe a qualquer coisa, comandando a vida, sendo ainda uma porta para a forma como o desespero apaga qualquer luz que haja por dentro. E, claro, põe ainda luz sobre a forma como o vício faz com que a coisa que vicia pareça a esperança, a única redenção possível, a única coisa boa no meio de tanto mundo – como se carrasco e salvador fossem o mesmo. COMPRAR NA WOOK Junky O nome diz tudo. Burroughs notabilizou-se pela sua escrita pungente, viciante, espantosamente sóbria. No seu cerne, não raras vezes, havia o vício. Aqui, temos um relato do submundo dos Estados Unidos do pós-guerra. E, ao fazê-lo, o autor vai sem pó de arroz, não tentando mascarar a sua toxicodependência. A escrita, voraz, mostra a voracidade daquela vida, um corpo comandado por substâncias, uma consciência que ia deambulando. Há muito humor negro lá no meio, mas este não consegue ocultar a vida agonizante. Ali, a vida aparece como um ciclo frustrante: dependência, cura e recaída. E as drogas vêm em formato cocktail: morfina, cocaína, heroína, medicamentos. Do relato daquele homem viciado, vêem-se os Estados Unidos inteiros. COMPRAR NA WOOK O inocente Aqui temos Ron Williamson, que estava destinado a ser uma espécie de Cristiano Ronaldo. Ia ser o maior atleta, o maior deus do desporto. Pelo menos, na cidade de Ada, Oklahoma, ninguém duvidava disso. Anos depois, aos crentes só restava cogitar o que teria acontecido se o Ron não se tivesse metido a meter álcool e drogas para o corpo. Ia no percurso da fama e enganou-se no caminho. Em vez de um batido de whey de baunilha, foi um copo num bar, e depois a vida deu para o torto, e com isso os sonhos morreram. Aquilo a que se destinava morreu também. Não sendo necessariamente sobre as drogas, o livro vai mostrando o que pode acontecer a alguém que acaba por trocar a vida pela ilusão de um prazer imediato. Por acaso, esse alguém vê-se numa investigação policial devido ao aparecimento de uma mulher morta perto da sua casa. COMPRAR NA WOOK

A Lua de Joana

de Maria Teresa Maia Gonzalez

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722546041
Editor: Bertrand Editora
Data de Lançamento: setembro de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 125 x 194 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9789722546041
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Leitura recomendada

Cláudia

Um livro que retrata algumas questões típicas da adolescência. Alerta para a dificuldade de expressão, para o receio da partilha e para a dificuldade de comunicação com o outro. Se tivermos a coragem de dar a conhecer os nossos maiores medos e receios, podemos encontrar soluções em vez de problemas. Todos temos dúvidas, dilemas e angústias e a adolescência é o brotar de todas as incertezas. Recomendo a leitura deste livro para desmistificar a relação com a droga e o seu consumo inapropriado e ilusório.

Review

Inês

Comprei este livro para a minha prima de 12 anos porque ela queria começar a ler e ela está a adorar esta história

A lua de Joana

Paula Rocha

A lua de Joana, foi o livro que me tornou uma leitora nata. Ler é um caminho sem volta

A lua de Joana

Aline Monteiro 16 anos

Estou me preparando para um concurso de leitura na escola, me deram um livro para preparar-me advinhem só o livro¿ A LUA DE JOANA um livro MARAVILHOSO¿¿ Apesar do final ser muito triste!

Essencial nos tempos modernos

Ricardo Trindade, O Informador

A Lua de Joana é um dos clássicos que sempre me lembro de ter visto em casa quando era pequeno, tendo perdido o rasto a essa mesma edição e que sempre foi daqueles livros que sem o ter lido sabia que um dia o teria de ter como companhia. Chegou agora o momento da história da Joana me fazer companhia e foi num só dia que tudo aconteceu! Peguei e não mais larguei o diário que a Joana, com treze anos, começou a escrever um mês após ter perdido a sua melhor amiga, Marta, para o flagelo da droga, através de uma overdose. Joana sentiu-se perdida, sem o seu amparo diário, sem explicações perante o que tinha acontecido, tudo ao mesmo tempo que em casa não tinha o acompanhamento adequando por parte dos pais que sempre se mostraram ausentes e mais concentrados nas suas vidas profissionais e nos seus próprios egos que no bem estar familiar e dos filhos, desleixando este legado. Joana desabafou com a sua amiga através do diário, mostrou-se com vontade de dar a volta à sua situação solitária mas o tempo fez-lhe das suas e as decisões tomadas sem amparo acabaram por a deixar perdida e à mercê das tentações. A Lua de Joana continua a ser um livro essencial para pais, filhos e educadores, alertando para que todos possam ter uma atenção redobrada na condução da formação dos mais novos e mesmo perante qualquer um que possa estar em determinada altura da sua vida a passar por um período menos bom. 

SOBRE O AUTOR

Maria Teresa Maia Gonzalez

Nasceu em Coimbra, em 1958. É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas – Variante de Estudos Franceses e Ingleses – pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Foi professora de Português, Inglês e Francês, no ensino particular e público, entre 1982 e 1997, em Alverca do Ribatejo, Manique e Lisboa. Recebeu o Prémio Verbo-Semanário, juntamente com M.ª do Rosário Pedreira, pelo livro O Clube das Chaves entra em Ação, em 1989. Da sua obra constam sobretudo romances juvenis, sendo também da sua autoria histórias infantis, poesia, contos, ficção para adultos e uma coleção juvenil de peças de teatro. Do seu livro mais conhecido, A Lua de Joana (traduzido para 5 línguas), foi feita uma adaptação para teatro por Ana Lúcia Galinha, tendo sido levada à cena pelo grupo Artyaplausos, em Lisboa e noutras cidades do País. Da coleção «O Clube das Chaves», de que é coautora, foi feita uma adaptação para uma séria televisiva com o mesmo título, exibida num canal de televisão nacional e num estrangeiro. Vários livros juvenis da sua autoria foram selecionados para o concurso nacional «Olimpíadas da Leitura», entre eles, Gaspar & Mariana, A Fonte dos Segredos e O Guarda da Praia. Foram publicados alguns contos inéditos da sua autoria nas revistas: Cais, Barata, Família Cristã. Presentemente, colabora mensalmente, com um artigo, na revista Família Cristã. O seu conto «Mãe Aparecida» foi publicado no livro Nossa Senhora na História de Portugal, editado pela Editora Lucerna. Visita regularmente bibliotecas e escolas em todo o País, onde as suas obras são usadas com objetivos pedagógicos, nos vários níveis de ensino. Cerca de 70 títulos desta autora constam atualmente do Plano Nacional de Leitura.
Candidata ao prémio literário sueco Astrid Lindgren (ALMA) 2016.

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