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A leitura pública na I República

de Daniel Melo

editor: Edições Humus, novembro de 2010
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O presente livro é um estudo sobre os mundos da leitura durante a I República, procurando surpreender continuidades, rupturas e transformações face à era precedente. Nele analisa-se o lugar das orientações republicanas e doutras correntes para as áreas educativa e cultural, bem como projectos de peritos para o sector das bibliotecas. Abordam-se ainda o quadro e resultados da política bibliotecária e o contributo da sociedade civil organizada. A parte final demanda os gostos dos leitores e as principais tendências de leitura em certos tipos de bibliotecas (móveis, municipais, operárias, etc.), além de focar a edição popularizada, o papel da imprensa e os novos públicos.

A leitura pública na I República

de Daniel Melo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898139597
Editor: Edições Humus
Data de Lançamento: novembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 161 x 228 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 140
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > História da Literatura
EAN: 9789898139597
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Excelente estudo

Jorge Mota

Um trabalho muito interessante sobre os livros, as bibliotecas e os leitores em Portugal sob o signo da República. O novo regime elegeu o analfabetismo como um dos seus maiores inimigos, investindo na educação e na cultura, mesmo que não tenha tido os resultados pretendidos. Porém, dinamizou, através das suas políticas, novas bibliotecas e remodelação de outras. Também outras organizações tentaram aumentar os níveis de alfabetismo, por exemplo, com bibliotecas populares e operárias. Esta obra debruça-se neste contexto histórico, com um retrato lúcido e rigoroso, numa escrita esclarecedora e envolvente.

Daniel Melo

Historiador e investigador auxiliar no Centro de História da Cultura da Universidade Nova de Lisboa.
No estudo dos «tempos modernos», interessou-se sobretudo em cruzar distintas temáticas, como os usos e políticas da cultura, leitura pública e associativismo. Essa atenção relaciona-se com a premência de repensar a história contemporânea de Portugal, revalorizando o papel da sociedade civil (durante longo tempo asfixiada por visões demasiado atreitas ao «país sentado») e da dimensão sociocultural na vida das pessoas.
Dessa linha de pesquisa resultaram inicialmente as suas teses de mestrado (Salazarismo e cultura popular 1933-58) e doutoramento (A leitura pública no Portugal contemporâneo 1926-1985), galardoadas com o Prémio de História Contemporânea Victor de Sá e publicadas pela Imprensa de Ciências Sociais. Estudou ainda o associativismo regionalista em diversos estudos de caso (alentejano, transmontano e beirão, nas ex-colónias, na diáspora) e, ultimamente, as organizações de base territorial e de desenvolvimento local.
Foi ainda co-editor dos livros A globalização no divã (tinta-da-china, 2008) e Construção da nação e associativismo na emigração portuguesa (ICS, 2009).

Na Angelus Novus publica, em 2010, A Cultura Popular no Estado Novo. Livro em que busca actualizar a compreensão das relações entre Estado e sociedade civil, através da análise de todo o período salazarista.

(ver mais)
Salazarismo e Cultura Popular (1933-1958)

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Construção da Nação e Associativismo na Emigração Portuguesa

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