A Hombros De Gigantes

de Umberto Eco
idioma: espanhol
Editor: LUMEN, maio de 2018 ‧
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Eco inédito. Las brillantes clases magistrales que Umberto Eco pronunciaba en la universidad, junto con una que no llegó a pronunciar. «Somos como enanos que están a hombros de gigantes, de modo que podemos ver más lejos que ellos, no tanto por nuestra estatura o nuestra agudeza visual, sino porque, al estar sobre sus hombros, estamos más altos que ellos.»Bernardo de Chartres A hombros de gigantes representa para los lectores de Eco un evento festivo. Lejos de las aulas universitarias, de las conferencias académicas y de las ceremonias de honor Eco escribe estos textos a lo largo de tres lustros, para entretener a los numerosísimos espectadores de la Milanesiana, el festival creado y dirigido por Elisabetta Sgarbi. Son textos que se inspiran a menudo en el tema central elegido cada año en la Milanesiana, pero que luego recorren ríos de repertorios que beben de la filosofía, la literatura, la estética, la ética y los medios de comunicación para devolvernos, en un lenguaje afable, imbuido de ironía, a veces lúdico o mordaz, la quintaesencia del universo de Eco. La crítica ha dicho...«Una fiesta de la inteligencia, un placer de los sentidos y una inolvidable experiencia.»J. Ferrer, La Razón «Diez siglos en una frase, ese es el método Eco. A hombros de gigantes es una de las más brillantes y majestuosas colecciones de apuntes que un curso universitario podría ofrecer.»Paolo di Paolo, La Repubblica «En tiempos de crisis radical del progreso, de dudas sobre la existencia misma de un mañana (el futuro es una imaginación) y de la obsesión identitaria que coloca las utopías en el pasado, A hombros de gigantes es una bocanada de aire fresco.»Wlodek Goldkorn, L'Espresso «Una narración que tiene la calidad de las clases de Eco, que sus alumnos tanto añoran [...]. Este libro es una muestra ejemplar de quién era Eco.»Furio Colombo, Il Fatto Quotidiano «La lección póstuma de Umberto Eco: para ver desde arriba el juicio universal es mejor subirse a hombros de los antepasados.»Gianfranco Marrone, La Stampa «Este gigantesco sabio a quien nada humano le era ajeno demuestra que lo lúdico no está reñido con lo académico, [...] un pretexto para navegar por los meandros de su vasta sabiduría mezclando filosofía, literatura, estética, ética o el análisis de los "mass media".»Miguel Lorenci, El Comercio «Textos muy variados, entre filosofía y literatura, entre ética y estética, que están salpicados como siempre por un dinamismo festivo y nada solemne, a pesar de la enorme erudición desplegada.»Mercedes Monmany, ABC «Allí donde Eco disparaba su inteligencia se hacía la luz [...]. Leo con asombro y alegría estas últimas lecciones recién traducidas en A hombros de gigantes y echo de menos los anchos hombros de este gigante.»Domingo Ródenas, El Periódico de Catalunya

A Hombros De Gigantes

de Umberto Eco

Propriedade Descrição
ISBN: 9788426405449
Editor: LUMEN
Data de Lançamento: maio de 2018
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 400
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788426405449

SOBRE O AUTOR

Umberto Eco

Escritor e homem de letras italiano, Umberto Eco nasceu a 5 de janeiro de 1932 em Alessandria (Piemonte) e morreu a 19 de fevereiro de 2016. Pouco se sabe sobre as suas origens e a sua infância, salvo que revelou extrema precocidade ao doutorar-se pela Universidade de Turim com apenas vinte e dois anos de idade, em 1954, apresentando para o efeito uma tese consagrada ao pensamento filosófico de São Tomás de Aquino "O Problema Estético em S. Tomás de Aquino".
Entre 1954 e 1959 desempenhou as funções de editor cultural na famosa cadeia de televisão estatal italiana RAI, lecionando também nessa altura nas universidades de Turim, Milão e Florença e no Instituto Politécnico de Milão. Com apenas trinta e nove anos de idade foi nomeado professor catedrático de Semiótica pela Universidade de Bolonha, a mais conceituada do seu país.
Começou a escrever nos finais da década de 50, contribuindo para diversas publicações periódicas com uma série de artigos que seriam reunidos em volumes como "Diario Minimo" (1963, Diário Mínimo), "Il Costume di Casa" (1973), "Dalla Periferia Dell'Impero" (1977) e "Il Secondo Diario Minimo" (1992). O seu início de atividade ficou também marcado por obras como "Opera Aperta" (1962) e "Apocalittici E Integrati" (1964, Apocalípticos e Integrados).
Mantendo uma carreira editorial bastante completa e ativa, Eco não deixou de publicar estudos académicos sobre Estética, Semiótica e Filosofia, dos quais se podem destacar "La Definizione Dell'Arte" (1968), "Le Forme Del Contenuto" (1971), "Trattato Di Semiotica Generale" (1976), "Come Si Fa Una Tesi Di Laurea" (Como Fazer Uma Tese de Doutoramento, 1977) e "Arte E Bellezza Nell'Estetica Medievale" (1986), obra que lhe valeu vários e conceituados prémios literários. Em 1980 publicou o seu primeiro romance, "Il Nome Della Rosa" (O Nome da Rosa), obra que foi imediatamente considerada como um clássico da literatura mundial. Contando as andanças de um monge do século XIV que é chamado a uma abadia beneditina para solucionar um crime, Eco restabelecia a velha contenda entre o mundo material e o espiritual. A obra foi adaptada com sucesso para o cinema em 1986, pela mão do realizador Jean-Jacques Annaud.
Bastante popular, sobretudo nos meios mais eruditos foi o seu segundo romance, "Il Pendolo Di Foucault" (1988, O pêndulo de Foucault), em que Eco contrapunha o hermetismo e a cosmologia aos potenciais da informática e aos perigos do crime organizado.
O público acolheu com mais modéstia "L'Isola Del Giorno Prima" (1995, A Ilha do Dia Antes), romance em que Roberto della Griva, um aristocrata do século XVII, desperta numa embarcação à deriva no Pacífico Sul, e "Baudolino" (2000, Baudolino), obra também pertencente ao género do romance histórico.

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