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Editor: Porto Editora, julho de 2013 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
«Confia nas crianças, nos sábios e nos artistas.»

Seguindo esta recomendação do Rei dos Anões e com a ajuda de Isabel e do professor de música, o Anão vai conseguir cumprir a missão de que estava incumbido, transformando o tesouro numa possibilidade de partilha e libertação.

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A Floresta

de Sophia de Mello Breyner Andresen

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-72625-4
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: julho de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 190 x 225 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 84
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros de Referência
EAN: 978972072625415
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Simplesmente maravilhoso

Aida Dias

Para mim, é o melhor dos livros da autora. Fantasia, viagens no tempo e transmissão de valores, tão atuais e que importa refletir. Como professora do 1.o ciclo, costumo lê-lo aos alunos por capítulos mas pedem ser mais um!

As histórias da Floresta

L. Cabral

Começamos com a Isabel, depois o anão, depois o professor de Música e depois o sábio. Com uma linha ininterrupta, seguimos as quatro histórias... No final, sobre o que era o livro? Sobre uma floresta, de como os anões partiram todos dela, até ao último, que não se podia ir embora até cumprir a sua missão.

Educativo

Nunes

É um livro de uma excelente autora, que faz parte de uma leitura obrigatória na seleção curricular do 2 ciclo.

Um livro delicioso

Ana Maria

Ao ler o livro entramos numa viagem ao fantástico. Uma viagem maravilhosa que nos proporciona momentos divertidos

Clássico

Rute Rodrigues

Adoro este clássicos, tendo a boa companhia das minhas filhotas , que também adoraram a história.

delicioso

Inês

voltar aos clássicos acompanhada pela pequena lá de casa.

Muito bom

J.J.

Muito bom, ajuda imenso no 5 ano.

A Floresta

Susana Silva

Aguça a imaginação, oferece vários sentimentos, desperta curiosidade ao mesmo tempo que semeia o gosto e o entusiasmo pela leitura.

Imaginação e fantasia

Fátima Ferreira

Livro fantástico que alimenta e aguça a imaginação e fantasia, que tanta falta fazem aos nossos leitores de palmo e meio!

Encantador

Veronica Remelgado

Mais uma vez, Sophia de Mello Breyner publica uma história unica com uma linguagem muito simples e acessível. É uma história encantadora que todas as crianças gostam!

SOBRE O AUTOR

Sophia de Mello Breyner Andresen

Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro de 1919 no Porto, onde passou a infância. Entre 1939-1940 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Em 1944 sai, em edição de autor, o seu primeiro livro de poemas, Poesia, título inaugural de uma obra incontornável que a torna uma das maiores vozes da poesia do século xx. Os seus livros estão traduzidos em várias línguas e foi muitas vezes premiada, tendo recebido, entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana – a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objectos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias. Na sequência do seu casamento com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares, em 1946, passou a viver em Lisboa. Foi mãe de cinco filhos, para quem começou a escrever contos infantis.
Em termos cívicos, a escritora caracterizou-se por uma atitude interventiva, tendo denunciado activamente o regime salazarista e os seus seguidores. Apoiou a candidatura do general Humberto Delgado e fez parte dos movimentos católicos contra o antigo regime, tendo sido um dos subscritores da «Carta dos 101 Católicos» contra a guerra colonial e o apoio da Igreja Católica à política de Salazar. Foi ainda fundadora e membro da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Após o 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto, numa lista do Partido Socialista. Foi também público o seu apoio à independência de Timor-Leste, conseguida em 2002.
Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa. Dez anos depois, em 2014, foram-lhe concedidas honras de Estado e os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional.
No dia em que se celebrou o centenário do seu nascimento, a 6 de novembro de 2019, é-lhe concedido a título póstumo o Grande-Colar da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.

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