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A Festa do Chibo

de Mario Vargas Llosa
Editor: Dom Quixote, junho de 2016 ‧
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Em A Festa do Chibo assistimos a um duplo regresso. Enquanto Urania Cabral visita seu pai em Santo Domingo, somos transportados para 1961, quando a capital Dominicana ainda se chamava Ciudad Trujillo. Aí, o homem que nunca transpira, oprime três milhões de pessoas, ignorando que uma transição maquiavélica para a democracia está a tomar forma. Num clássico contemporâneo, Mario Vargas Llosa relata o fim de uma era dando voz, entre outras figuras históricas, ao impecável e implacável general Trujillo, apelidado de Chibo, e ao calmo e inteligente doutor Balaguer (eterno presidente da República Dominicana). Com uma precisão difícil de superar, Llosa mostra que a política pode consistir em abrir caminho entre cadáveres, e que uma pessoa inofensiva pode tornar-se uma dádiva aterradora.

O inegável talento do autor para manejar conflitos, criar tensões, descrever situações, revelar as razões humanas que se ocultam por detrás dos factos históricos, criando personagens que inspiram repugnância e compaixão, resulta numa narrativa poderosa que nos leva aos últimos círculos do inferno numa descida aterradora.
Um romance magistral e surpreendente, que revela Mario Vargas Llosa no seu melhor.

A Festa do Chibo

de Mario Vargas Llosa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722060264
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: junho de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 237 x 33 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 512
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722060264

SOBRE O AUTOR

Mario Vargas Llosa

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2010

Mario Vargas Llosa (1936-2025) nasceu em Arequipa, no Peru. Em 1959 abandona o seu país e, graças a uma bolsa, ingressa na Universidade Complutense de Madrid, onde faz provas de doutoramento, fixando-se de seguida em Paris. Sempre próximo da penúria, foi locutor de rádio, jornalista e professor de espanhol. Regressa ao Peru em 1964 e casa no ano seguinte com a sua prima Patrícia, com quem parte para a Europa em 1967, tendo vivido até 1974 na Grécia, em Paris, Londres e Barcelona – após o que volta novamente ao Peru. Em Lima pode, finalmente, dedicar-se em exclusivo à literatura e ao jornalismo, nunca abandonando a intervenção política. Depois de uma candidatura à presidência da República, fixou-se em Londres e, nos últimos anos, viveu entre Paris e Madrid, escrevendo romances e ensaios literários, percorrendo o mundo como professor visitante em várias universidades. Entre os muitos prémios que recebeu contam-se o Rómulo Gallegos (1967), o Príncipe das Astúrias (1986) ou o Cervantes (1994). Foi distinguido com o Prémio Nobel da Literatura em 2010. É um dos romancistas e ensaístas mais importantes da América Latina e um dos principais escritores da sua geração.

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