A Família

Uma Saga de Ambição e Sede de poder

de Mario Puzo
Editor: Dom Quixote, abril de 2002 ‧
Romance póstumo do autor de "O Padrinho". A família agora chama-se Bórgia, estamos no renascimento, a Peste Negra abala a Europa, mas nas cidades as artes, as letras, a ciência conhecem um novo esplendor. Em Roma, Alexandre VI, o Bórgia, assume o papado, e com ele chega uma nova e faustosa etapa no poder papal. A corrupção contamina a Igreja. Os altos dignitários eclesiásticos visitam os bordéis e mantém várias amantes, aceitam subornos, vendem bulas.
O retrato de uma época de fausto e decadência, de ambição e corrupção, de uma família (o Papa Bórgia e os seus filhos César, João, Lucrécia e Godofredo) que conquistou o mundo, mas que pagou um alto preço por isso.

A Família

Uma Saga de Ambição e Sede de poder

de Mario Puzo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722022545
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: abril de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 233 x 133 x 35 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 448
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722022545
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Sandra Barão Nobre

Este fantástico livro de Puzzo conta a história de um pai que amou, acima de tudo, os seus filhos. Um pai foi também Papa e cuja relação com Deus foi muito peculiar. Apesar dos feitos brutais desta família, a relação amor/ódio que os une é fascinante e quando acabamos de ler o livro, passamos as semanas seguintes com os Bórgia na cabeça...

SOBRE O AUTOR

Mario Puzo

Escritor norte-americano, Mario Puzo nasceu a 15 de outubro de 1920, num bairro desfavorecido da cidade de Nova Iorque. Oriundo de uma família de imigrantes italianos, era filho de um ferroviário. Passou a sua infância entre os comboios, morando com os seus seis irmãos em terrenos pertencentes a uma gare, e em bibliotecas públicas, que desde muito cedo o apaixonaram ao ponto de querer escrever.
Com a deflagração da Segunda Guerra Mundial, Puzo alistou-se na Força Aérea norte-americana, servindo primeiro no Pacífico, e depois na Alemanha, onde decidiu permanecer, após a assinatura do armistício, como relações públicas desse organismo militar, mas obedecendo a um estatuto civil. De regresso ao continente americano, encontrou meios para estudar, ingressando na New School For Social Research de Nova Iorque, prosseguindo depois para a Universidade de Columbia, onde frequentou os cursos de Literatura e Escrita de Criação. Conseguiu publicar o seu primeiro conto numa revista literária em 1950, com o título The Last Christmas .
Passou então a trabalhar como assistente administrativo em organismos governamentais, deslocando-se amiúde de Nova Iorque para a Europa. Em 1955 publicou o seu primeiro livro, o romance Dark Arena, que contava a história de um antigo combatente norte-americano, Walter Mosca, e da sua relação com uma alemã, que morre por falta de cuidados médicos. A partir de 1963 Mario Puzo resolveu dedicar-se inteiramente à escrita, trabalhando como escritor e jornalista independente, publicando contos, críticas e artigos na imprensa de renome. Não abandonando porém os grandes projetos, apareceu em 1965 com Fortunate Pilgrim, romance que descrevia as andanças de uma família de imigrantes italianos desde a década de 20 até ao fim da Segunda Guerra Mundial, incidindo na figura matriarcal de uma velha camponesa.
Em 1969 surgiu o grande êxito que consagrou Puzo como escritor de sucesso. The Godfather (1969, O Padrinho ) criava o mito da máfia siciliana, pelo que Don Corleone, o protagonista da obra, se tornou numa referência universal para exprimir o rigor dos códigos de honra do banditismo. O sucesso do livro foi acrescido com as suas três adaptações sucessivas para o cinema, pela mão do realizador Francis Ford Coppola, com a participação de nomes como Marlon Brando e Al Pacino no elenco do primeiro episódio.
Oscilando entre os mundos da corrupção, violência e crime, e o espírito tradicionalista italiano transplantado para desleixo dos valores nos Estados Unidos, Puzo continuou a escrever romances de sucesso, de que se destacam a título de exemplo Inside Las Vegas (1977), The Last Don (1996) e Omerta (2000).
Mario Puzo faleceu em Long Island em julho de 1999, em consequência de uma paragem cardíaca.

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