A Espera

de Rui Zink
Editor: Editorial Teorema, maio de 2007 ‧
Para que serve um livro? Como se constrói uma amizade? Porquê caçar a baleia? O amor é um navio fantasma? Tudo boas perguntas, às quais A Espera responde. Enfim, mais ou menos. Rui Zink é autor de vários livros de ficção e de não ficção. Este é um deles.


"Se, como afirma o protagonista, a caça é a espera, este livro é a sua escrita. O que conta aqui não é propriamente um enredo miraculoso, mas sim a forma como Zink escreve, recorrendo a jogos de palavras, neologismos e um estilo coloquial que se confunde com um relato oral."
João Morales

«"A Espera" é um texto que se alimenta de antiquíssimas memórias de aventura e literatura. Do célebre corsário Francis Drake aos romances canónicos "Moby Dick" e "Mau Tempo no Canal", do astucioso Ulisses ao vingativo Ahab, a novela convoca um ambiente marítimo cativante e quase mítico.»
Pedro Mexia, Público

«Naquela época eu tinha medo do silêncio e não percebia que não havia mal nenhum em ficar em silêncio a meio de uma conversa, ou mesmo em não haver conversa entre duas pessoas que vão lado a lado. O silêncio é como o mar. Envolve-nos, e pode submergir-nos, se não soubermos lidar com ele, mas pode também embalar-nos, se perdermos o medo e nos deixarmos ir. Em ambos, mar e silêncio, nada pior do que esbracejar de pânico.»

A Espera

de Rui Zink

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726957133
Editor: Editorial Teorema
Data de Lançamento: maio de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 145 x 210 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 152
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726957133

SOBRE O AUTOR

Rui Zink

Rui Zink nasceu em Lisboa em 1961, é escritor e professor. O corpo do seu trabalho é bem diversificado, indo do romance à banda desenhada, do ensaio à literatura infantil, do teatro de rua com os Felizes da Fé à ópera de câmara com a AREPO.
Desde 1986 publica títulos como Hotel Lusitano, Apocalipse Nau, O Suplente, O Anibaleitor, A Instalação do Medo ou O avô tem uma borracha na cabeça. A sua obra está traduzida para vinte línguas e já foi distinguida dentro e fora de Portugal. A adaptação teatral do Manual do Bom Fascista tem esgotado salas.

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