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Editor: Opera Omnia, julho de 2025 ‧
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Publicado em 1880, o romance A Corja apresenta se como continuação do Eusébio Macário. É o segundo romance faceto, numa série que Camilo Castelo Branco via como interminável, imitando assim, parodicamente, as pretensões realistas dos grandes quadros ou cenas que alimentavam as séries romanescas.

Nesta sequela jocosa dominada pela intensidade da sátira, sucedem se as cenas e episódios protagonizados por personagens baixas no sentido ético moral, com destaque para os membros da família e dos que com eles se cruzam, em hilariantes e risíveis rábulas de baixa comédia. Eles representam uma nova burguesia endinheirada e grotesca, uma raça arrivista sem princípios morais e sem sentido do ridículo, numa promiscuidade e decadência profundas e irremediáveis.

A Corja

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899192195
Editor: Opera Omnia
Data de Lançamento: julho de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 216 x 18 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789899192195

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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