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A Cor do Hibisco

de Chimamanda Ngozi Adichie
Livro eBook
Editor: Dom Quixote, fevereiro de 2019 ‧
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Os limites do mundo da jovem Kambili são definidos pelos muros da luxuosa propriedade da família e pelas regras de um pai repressivo. O dia-a-dia é regulado por horários: rezar, dormir, estudar e rezar ainda mais. A sua vida é privilegiada mas o ambiente familiar é tenso. O pai tem expectativas irreais para a mulher e os filhos, e pune-os severamente quando se mostram menos que perfeitos.

Quando um golpe militar ameaça fazer desmoronar a Nigéria, o pai de Kambili envia-a, juntamente com o irmão, para casa da tia. É aí, nessa casa cheia de energia e riso, que ela descobre todo um novo mundo onde os livros não são proibidos, os aromas a caril e noz-moscada impregnam o ar, e a alegria dos primos ecoa.

Esta visita vai despertá-la para a vida e para o amor e acabar de vez com o silêncio sufocante que a amordaçava. Mas a sua desobediência vai ter consequências inesperadas.

  Uma obra sobre liberdade, amor e ódio, e a linha ténue que separa a infância da idade adulta, que marcou a estreia de uma escritora extraordinária.

A Cor do Hibisco

de Chimamanda Ngozi Adichie

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722066563
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: fevereiro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 232 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 368
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722066563

A cor do Hibisco

MC

¿ Apaixonante a escrita e a narrativa desta autora. A Cor do Hibisco assenta sobra a vivencia de uma família nigeriana. Kambili e Jaia dois irmãos que crescem no seio de uma família de classe alta, junto de um pai que se diz Protector e temente a Deus, mas ao longo da história constatamos que não passa de uma personagem opressora, violenta e castradora. Uma total ausência de liberdade, e de vontade própria, regem o dia a dia dos filhos e da própria esposa, vítima de constante violência doméstica. Mas toda esta realidade, que se achava a única realidade possível, é alterada com a intervenção da tia, irmã do Grande Homem que, reconhece a opressão em que a família do seu irmão vive. É em Nsukka, onde os Hibiscos são azuis (e não vermelhos), que os irmãos conhecem o amor, a liberdade, junto da sua tia e dos seus primos, junto do padre . Kambili, descobre a paixão e aos poucos se liberta da angústia de uma menina que deseja ser aceita. Bem como a dor da separação, aquando da instabilidade política em que a Nigéria mergulha, com a partida dos primos para os Estados Unidos. Mas a reviravolta na história não termina com esta partida.... Cativante, como o amor cura feridas que se desconhecem, assustador como repressão e o fanatismo de um pai corrói a vidas dos próprios filhos.

Quando a realidade nos entra pela porta

Cláudia Santos

A cor do Hibisco chamou-me pelo título. De que forma uma flor poderia inspirar alguém a escrever um livro. Uma história fascinante, que acontece na Nigéria, mas que é também uma história Universal. Quando a realidade que conhecemos e damos por adquirida esconde, afinal, outras realidades mais duras. Um livro a revisitar. Talvez o melhor que li este ano.

Adoro Chimamanda

Rita Andrade

Conheci esta autora com Americanah que é até hoje um dos livros que mais gostei de ler (e já li muitos :) A cor do hibisco é uma história que me agarrou do princípio ao fim, aquele tipo de livro que me faz chegar atrasada ao trabalho no dia a seguir porque não consegui parar de ler na noite anterior. Fala sobre uma realidade para mim tão distante que me fascinou. A intolerância e o fundamentalismo mas também o amor. Angustiante mas muito bonito.

Um grito de liberdade!

Dina Pereira

Conheci Chimamanda com este romance. Um romance que nos remete a uma realidade muito diferente...uma Nigéria em luta...uma família reprimida pela religião... uma menina protegida da realidade pelos muros altos da sua mansão. Uma criança a que nada falta e ao mesmo tempo sem nada. O dia resume-se a rezar, estudar e rezar... Até que conhece o mundo para além da sua “prisão”, as dificuldades económicas, a luta política, a alegria de correr na rua...o primeiro amor. Muito bom!

Surpreendente

Ana

Um livro com uma história incomum, numa Nigéria em clima de tensão, com uma família cheia de controvérsias. O livro mostra a importância da liberdade de pensamento.

Obra excecional

João Manuel Vintém

Um romance familiar e íntimo, numa Nigéria plural, mas desigual. A obra evidencia uma dicotomia entre diferentes papéis: a vida privada íntima e a vida pública e social. Uma estória que descreve a cor do silêncio, do sofrimento vivido na esfera íntima, com uma grande sensibilidade, beleza e emoção. Imperdível.

Muito bonito e poético

Rita Lima

Uma escrita incrível, uma história dura, mas bonita. Um livro que nos ensina o poder do amor.

SOBRE O AUTOR

Chimamanda Ngozi Adichie

Chimamanda Ngozi Adichie cresceu na Nigéria. A sua obra está traduzida para mais de 55 línguas. É autora dos romances A Cor do Hibisco, que ganhou o Commonwealth Writers Prize; Meio Sol Amarelo, distinguido com o "Winner of Winners" (o "Vencedor entre todos os Vencedores") do Women's Prize for Fiction, e Americanah, galardoado com o National Book Critics Circle Award. São também de sua autoria a coletânea de contos A Coisa à Volta do Teu Pescoço e os ensaios Todos Devemos ser Feministas e Querida Ijeawele – Como Educar para o Feminismo. As suas obras mais recentes são um ensaio sobre a perda do pai, Notas sobre o Luto; e O Lenço da Mamã, um livro infantil escrito sob o pseudónimo Nwa Grace James. Beneficiária de uma bolsa MacArthur, divide o seu tempo entre os Estados Unidos e a Nigéria.

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