A árvore dos Toraja
SINOPSE
Um cineasta no meio da vida perde o seu melhor amigo e reflete sobre o papel que a morte ocupa na nossa existência. Entre duas mulheres maravilhosas, entre o presente e o passado, na memória dos rostos amados e na luz dos encontros inesperados, A árvore dos Toraja celebra as promessas da vida.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
Um romance em forma de interrogação metafísica sobre o lugar que ocupam os mortos nas nossas vidas. O Ocidente apressa-se a enterrá-los e a apagar a sua existência. E, no entanto, os vivos são perseguidos pelos rumores dos seus fantasmas… Um narrador, de regresso a si mesmo através do amor, esquece os seus males e as suas feridas para se voltar para a vida.
Claire Julliard, Le Nouvel Observateur
>A morte. A morte para melhor evocarmos a vida e os sentimentos que ela faz nascer em nós ao longo da nossa passagem pela terra.
Valérie Trierweiler, Paris-Match
No centro dos seus pensamentos livres, na origem do desassossego contra o qual ele luta, fica o acontecimento que é a morte, «a força que os homens têm de sobreviver», a faculdade de «aprender a morrer», na qual acreditavam Sócrates e Montaigne, a capacidade de continuar a viver após a morte do outro.
Nathalie Crom, Télérama
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-989-676-157-8 |
| Editor: | Sextante Editora (chancela) |
| Data de Lançamento: | abril de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 152 x 235 x 12 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 136 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 978989676157810 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
A morte do nosso melhor amigo
Maria Antonia
Quando sabemos que um amigo está com uma doença mortífera a reação é catastrófica ... mas ao mesmo tempo as nossas defesas perante a situação crescem sem controlo .Nem conhecemos as nossas reações perante o caso e a pessoa em questão !... anticorpos à morte ?
O esplendor da vida
João S.
A perda é o ponto de partida, mas neste livro conhecemos um verdadeiro tratado à amizade e ao real sentido da vida. Uma reflexão permanente. Recomendo vivamente!
Caminho comum
Fábio Lavos Martins
A sensibilidade de Claudel, bem como o apelo dos recantos mais escuros da alma, estão bem patentes em toda a sua produção literária - e,já agora, cinematográfica. Neste romance/ensaio leva-nos de encontro a anseios crescentes da sociedade ocidental - a doença, o vazio e os ditames impostos por uma sociedade crescentemente industrializada (e dominada por lobbies económicos ). Para faze-lo traz-nos o contraponto subtil entre a vivência da morte a ocidente e a oriente ( Indonésia) , tendo como personagem central um autor cujas fronteiras com ele próprio são muito ténues. Também o narrador é cineastra. Uma obra que faz todo o sentido na carreira brilhante de Claudel. Íntima, profunda e muito bem pensada
A nossa vida como um livro
Isabel R.
Não é nova a metáfora da vida como sendo um livro... Um livro que conta a história pessoal de cada um de nós. E neste livro encontramos (mais) uma história... Uma história onde existe a perda, a morte, mas também o amor e, essencialmente, a vida. Uma história que se faz de momentos que tornam este livro tão especial.
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Baku, últimos dias10%Sextante Editora (chancela)14,40€ 10% CARTÃO
-
Ei-los que partem10%Sextante Editora (chancela)16,65€ 10% CARTÃOportes grátis