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30 Exemplos

Arquitectura Portuguesa no Virar do Século XX

de Manuel Graça Dias

editor: Relógio D'Água, abril de 2004
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Neste livro, o arquitecto Manuel Graça Dias reúne 30 textos da sua colaboração no Expresso entre 2001 e 2004, onde escreve sobre arquitectura. Todos eles têm como ponto de partida exemplos da boa arquitectura portuguesa recente, que dá a conhecer (ou nos permite reconhecer). Obras de arquitectos como Álvaro Siza, Manuel Vicente, Souto Moura, João Álvaro Rocha, João Mendes Ribeiro, João Luís Carrilho da Graça, entre outros.

"Óptima obra de divulgação e referência."
Helena Vasconcelos, Os Meus Livros, Fevereiro de 2005

"É este o "paradigma" que guia Graça Dias: um mundo vário, urbano e denso. Mas onde ainda seja possível "procurar a proporção, esse inefável sentimento" e o bem estar visual e físico" (p. 235) É esta a "imagem" e são estes os pressupostos que permitem o encadeamento de arquitecturas segundo o mesmo texto. Não interessa tanto o tipo de solução - a sua genealogia, o seu significado - mas o resultado visível e a respectiva performance. [...] este é um belo livro e um belo projecto para Portugal."
Jorge Figueira, Público

«Segui quase sempre o mesmo método: visitar [sempre que possível acompanhado pelo(s) autor(es)] a obra, o espaço construído; andar por lá, deixar-me levar, seguindo sugestões que me iam fazendo ou que eu entendia propor.
Perguntas ligeiras acertavam a minha percepção; bisbilhotar; olhar por trás, por dentro, as caixas construídas; perguntar à flor da pele, mais por paixão do que por curiosidade racional.
Mais tarde analisava os desenhos reduzidos que me faziam chegar. Compreendia às vezes, só então, as razões geométricas que nos tinham conduzido os passos. Se fosse preciso, pelo telefone, unia bocados do puzzle, concluía impressões, raciocínios.
Depois escrevia. Numa "primeira parte", ganhava espaço e embalagem, situando o problema num todo mais vasto, mais largo, cada projecto parecendo-me sempre caber num dos muitos temas que atravessam a cidade contemporânea: desenvolvia alguns conceitos, apontava mitos, tentava baralhar ideias feitas. Depois, procurava descrever, no essencial, a obra que visitara [e, então, o alívio do texto quase cumprido, do ultrapassado que nos envolve de segurança e permite avançar de frente à procura do remate, da merecida conclusão].»

«Segui quase sempre o mesmo método: visitar [sempre que possível acompanhado pelo(s) autor(es)] a obra, o espaço construído; andar por lá, deixar-me levar, seguindo sugestões que me iam fazendo ou que eu entendia propor.
Perguntas ligeiras acertavam a minha percepção; bisbilhotar; olhar por trás, por dentro, as caixas construídas; perguntar à flor da pele, mais por paixão do que por curiosidade racional.
Mais tarde analisava os desenhos reduzidos que me faziam chegar. Compreendia às vezes, só então, as razões geométricas que nos tinham conduzido os passos. Se fosse preciso, pelo telefone, unia bocados do puzzle, concluía impressões, raciocínios.
Depois escrevia. Numa "primeira parte", ganhava espaço e embalagem, situando o problema num todo mais vasto, mais largo, cada projecto parecendo-me sempre caber num dos muitos temas que atravessam a cidade contemporânea: desenvolvia alguns conceitos, apontava mitos, tentava baralhar ideias feitas. Depois, procurava descrever, no essencial, a obra que visitara [e, então, o alívio do texto quase cumprido, do ultrapassado que nos envolve de segurança e permite avançar de frente à procura do remate, da merecida conclusão].»

30 Exemplos

Arquitectura Portuguesa no Virar do Século XX

de Manuel Graça Dias

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727088164
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: abril de 2004
Idioma: Português
Dimensões: 167 x 244 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 260
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Arte > Arquitetura
EAN: 9789727088164
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Manuel Graça Dias

Manuel Graça Dias nasceu em Lisboa em 1953.
Licenciado em Arquitetura pela ESBAL (1977), foi assistente na Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa e é atualmente Professor Convidado da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto e do Departamento de Arquitetura da Universidade Autónoma de Lisboa.
Criou em 1990 o atelier Contemporânea, com Egas José Vieira. Recebeu a Menção Honrosa Valmôr (1983), com uma casa que recuperou em 1979, na Graça, em Lisboa, em associação com António Marques Miguel; entre vários prémios obteve ainda o 1º lugar no concurso para o Pavilhão de Portugal na Expo'92, em Sevilha, e no concurso para a construção da nova sede da Associação Portuguesa de Arquitetos / Banhos de S. Paulo, em Lisboa (1991), ambos em associação com Egas José Vieira.
Desde 1978 que tem colaborado com jornais e revistas de arquitetura e sido convidado para inúmeras conferências, quer em Portugal, quer no estrangeiro. Foi ainda autor do programa de televisão "Ver Artes / Arquitetura" (1992/96).
Para além de Lisboa, tem obras construídas no Porto, Chaves, Vila Real, Macau e Sevilha, que foram objeto de várias exposições, individuais ou coletivas, e têm vindo a ser divulgadas em revistas da especialidade.

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