1968
Publisher:
On y va, May of 2017 ‧
see product details
12,00€
10% OFF
CARD
T1hWTE0yZHhOeXROWkZKSVNXaFVkMnRPUnpKclpraFZkWHBoYmtOTkwwMUdWMVJVUzBWVGNXOWliVVI0Y2paM1VXTkRXbGxMY0U0eWFGSnJXWFo1YWxCbGJqUkNPVkIyTWtkS1QxbEdRa1ZtYUdvM1F5dHhlazV4TldKWWRVTlhiRWxLUjFWelRVdDRTMFJHTjBGYVJVWmpjMUp2TlRGbGFtdG5OV2hpUVc5dE5WcEdURXMwTVVod09VRmphbk4wYUVwNFdDdGhOeTlLWm14c1dtTlpNRWRzSzNKR0x6SXdXbmc1UWxkRlduWnJOMHg0Vm1JM0wyTm1lVGN4VlROb1JIVlhZVGx6V200cldWRlZVMUJTVDFwS1ZGQlNOMk5HU21seVFWVmphR1F4TWpGb1JuaFpOVlZTZUd0clVrUlBSbUZGVUUxbVoybEVlRU0yUjFCNE9EWkdkVWdyY1RNeVdFaE9kRmhQYlU4MlpuTndhWFJtZG5KTEwzTTNUekZTYjJVMVkwNW5jVmhrUkZZMlQwaDVlRXRJWW1wdU1WRkZTM2xrTnk5UVRUSlhXRzAyWjFoNU9IcHJMMGcyZUV4U1JuUnNMMk4xTjIxU05GbHljWEoxUzJGblluVXlPVzUyVlVSVk5HOWhkWEUyTkdsUVYwdDNNbU5MVGtvM056TTVUM1pMWVhGV04wNTJha2x0UVdOamIwZE9TekpXVm05YVRVMWlOSFl3WlU1dlNGVjNVVUY1WTFCcFRFOHpRMHRJUmxGdFNIRnRUMFY0UjFkTlZHSm9TbWhFVEdwTGIyWlRiazFtVEVRdmNuSmFNRFZvV2tZclYwOHhhMDFUYjJZdlNtOWlka1UxT1N0UVdWWTBjMDlqVlZBME5taE5SRlZvU1VNNU4ySjNiVWhYVkhjd1owSkNkVUpOZHpReVZtb3pjMUZCTm5aUmJFcEhkbVpTTlRrek16TkVVV2xUYmxOWVdVaEdVemRtTW5aSlNVeEtZVmRUZFRWUWFWcFJNMDVYZERKUmRuQXpSa3RJTm5Nd2NuWnlkMFU1V0hCbE9YZEtaM2xPVkVoVlkzcG1RMGwwZW5SeVUwTlpTRVJEYW5WRldUaHFWak5uY1V4M1J6Sk9MMjB4VldnNE5WSkhSVU5hWVVseVFuSTVOMlpQV2xWSFMwVlVWblU1ZGs1V0t5ODFWMlV5VkdoRlJ6ZDVSMk15ZDFoTVVtVk5WMHB1YVRaTmJYYzNOa0ptTnpsWGMySTNkSEJ5UVZFclFUaHFjamxaS3pkblNqZFFkaklyYVdSeE5IRnZTMVF3WXpFNWMxRk1UMG96VUM5a1ltUXpNRFpSYUhGU1dtUmplRlI1TW01VDpZaWplVkNvNW1tRlVGQWRSS3I3UWF3PT0=
SYNOPSIS
A narrativa de 1968 começa há quase meio século, pelo fim de uma manhã de Fevereiro. Estamos em Monchique, vila-sede do concelho algarvio com o mesmo nome, bem na serra também com o mesmo nome e à qual o autor, António Manuel Venda, se refere por vezes como Serra dos Dois Dinossauros Adormecidos, pela imagem que duas montanhas - a Fóia e a Picota - lhe trazem quando vistas de longe.
Bem antes daquele ano de 1968, já um outro autor de Monchique, o escritor-mineiro Manuel do Nascimento, tinha as suas expressões para a serra: o último maciço rochoso do sul, ou simplesmente a serra azul, a cor que toma nos dias de calor quando vista, por exemplo, da costa do barlavento algarvio, ou mesmo dos barcos no mar. Fernando Alves, o jornalista da TSF, lembrou-o num dos trabalhos radiofónicos que fez pelas montanhas de Portugal, de norte a sul, com paragem de vários dias em Monchique.
Pelo fim daquela manhã, na pequena vila do Estado Novo português, o executivo da câmara municipal está em reunião, e a certa altura o presidente é chamado ao hospital. O caso parece ter urgência, tanto que o homem não perde tempo e mete-se no carro. Muitos anos depois, já no século XXI, o génio do xadrez Garry Kasparov fala de Saramago, o Nobel português da literatura. E também dos navegadores Gil Eanes e Vasco da Gama, de Eusébio, o famoso futebolista, e de Humberto Delgado, militar e político de coragem. Considera-os cinco portugueses notáveis. Entre estes dois acontecimentos, 1968 tem muitas histórias. Um menino corre pelos campos em redor da casa da sua avó materna. Um adolescente chega à faculdade sem grande preparação para as surpresas de Lisboa. Um homem escreve livros e chamam-lhe «jovem escritor», por mais que passem os anos. Em registo de crónica, atravessa-se a vida de alguém que avisa, citando José Maria Eça de Queiroz: «Eu não tenho história, sou como a República do Vale de Andorra.»
Bem antes daquele ano de 1968, já um outro autor de Monchique, o escritor-mineiro Manuel do Nascimento, tinha as suas expressões para a serra: o último maciço rochoso do sul, ou simplesmente a serra azul, a cor que toma nos dias de calor quando vista, por exemplo, da costa do barlavento algarvio, ou mesmo dos barcos no mar. Fernando Alves, o jornalista da TSF, lembrou-o num dos trabalhos radiofónicos que fez pelas montanhas de Portugal, de norte a sul, com paragem de vários dias em Monchique.
Pelo fim daquela manhã, na pequena vila do Estado Novo português, o executivo da câmara municipal está em reunião, e a certa altura o presidente é chamado ao hospital. O caso parece ter urgência, tanto que o homem não perde tempo e mete-se no carro. Muitos anos depois, já no século XXI, o génio do xadrez Garry Kasparov fala de Saramago, o Nobel português da literatura. E também dos navegadores Gil Eanes e Vasco da Gama, de Eusébio, o famoso futebolista, e de Humberto Delgado, militar e político de coragem. Considera-os cinco portugueses notáveis. Entre estes dois acontecimentos, 1968 tem muitas histórias. Um menino corre pelos campos em redor da casa da sua avó materna. Um adolescente chega à faculdade sem grande preparação para as surpresas de Lisboa. Um homem escreve livros e chamam-lhe «jovem escritor», por mais que passem os anos. Em registo de crónica, atravessa-se a vida de alguém que avisa, citando José Maria Eça de Queiroz: «Eu não tenho história, sou como a República do Vale de Andorra.»
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789892075617 |
| Publisher: | On y va |
| Release Date: | May of 2017 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 129 x 198 x 8 mm |
| Cover: | Softcover |
| Pages: | 120 |
| Format: | Book |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
Fiction
>
Chronicles
|
| EAN: | 9789892075617 |
| Recommended Minimum Age: | Ages 12 and up |
PEOPLE WHO BOUGHT ALSO BOUGHT
-
Hoje é Tudo Falso10%On y va13,00€ 10% CARTÃO
-
Apontamentos Brasilianos10%Edições 100 Titulo20,00€ 10% CARTÃOfree shipping