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Picture Of Dorian Gray eBook

de Oscar Wilde
idioma: inglês
Editor: Andrews UK, agosto de 2010 ‧
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Ebook para ADE
This version of Oscar Wilde's only published novel has been especially formatted for the latest e-readers. The text first appeared as the lead story in Lippincott's Monthly Magazine on 20 June 1890, printed as the July 1890 issue of this magazine. The title of the book is often translated The Portrait of Dorian Gray, however This version remains true to the original. The novel tells of a young man named Dorian Gray, the subject of a painting by artist Basil Hallward. Basil is impressed by Dorian's beauty and becomes infatuated with him, believing his beauty is responsible for a new mode in his art. Dorian meets Lord Henry Wotton, a friend of Basil's, and becomes enthralled by Lord Henry's world view. Espousing a new hedonism, Lord Henry suggests the only things worth pursuing in life are beauty and fulfillment of the senses. Realizing that one day his beauty will fade, Dorian expresses his desire to sell his soul to ensure the portrait Basil has painted would age rather than himself. Dorian's wish is fulfilled, plunging him into debauched acts. The portrait serves as a reminder of the effect each act has upon his soul, with each sin displayed as a disfigurement of his form, or through a sign of aging... The Picture of Dorian Gray is considered a work of classic gothic horror fiction with a strong Faustian theme, and is as enthralling today as it was when first written.

Picture Of Dorian Gray

de Oscar Wilde

Propriedade Descrição
ISBN: 9781849892018
Editor: Andrews UK
Data de Lançamento: agosto de 2010
Idioma: Inglês
Páginas: 224
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Auk Revisited
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Policial e Thriller
eBooks em Inglês > Literatura > Ficção
EAN: 9781849892018
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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