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Paraísos Artificiais eBook

de Charles Baudelaire
idioma: português do brasil
Editor: L&PM Pocket, fevereiro de 1998 ‧
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Ebook para wook reader
Paraísos artificiais reúne dois ensaios realizados pelo poeta seguindo o seu interesse pelos chamados estados de exaltação atingidos pelo uso de drogas, especialmente as da época: ópio e o haxixe. Em "Um comedor de ópio", Baudelaire comenta e analisa o livro de Thomas de Quincey, Confissões de um comedor de ópio, de quem foi tradutor e grande admirador. No "Poema do haxixe", o poeta fala sobre os efeitos da droga baseado em suas experiências e na convivência com poetas, pintores e jovens intelectuais franceses, que se reuniam no Club des Hachichins, no Hotel Pimodan, em Paris, onde residia Baudelaire.

Paraísos Artificiais

de Charles Baudelaire

Propriedade Descrição
ISBN: 9788525424815
Editor: L&PM Pocket
Data de Lançamento: fevereiro de 1998
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 208
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9788525424815
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Charles Baudelaire

Baudelaire nasceu em Paris a 9 de abril de 1821, filho de François Baudelaire e da jovem Caroline. Após a morte do marido em 1827, esta desposou o comandante Aupick, mais tarde general e embaixador francês em Espanha, com quem Baudelaire cedo se incompatibilizaria. Ao atingir a maioridade reivindica a herança paterna, que irá desbaratar, consome ópio e haxixe (experiência que está na origem de Os Paraísos Artificiais, de 1860) e relaciona-se com a atriz Jeanne Duval. Conhecido principalmente pela sua poesia, Baudelaire também fez crítica literária e artística, ensaio, novelas e traduções, das quais se destaca uma parte substancial da obra de Edgar Alan Poe. Ficaram para as posteridade os seus livros O Pintor da Vida Moderna (1863), a obra póstuma O Spleen de Paris (1869) ou As Flores do Mal (1857), obra-prima da poesia moderna que escandalizou a sociedade francesa da época e condenou o autor ao banco dos réus. Com uma saúde já fragilizada pela sífilis, Baudelaire ficará paralisado após uma queda na igreja de St. Loup, acabando por morrer anos mais tarde, a 31 de agosto de 1867.

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