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New Oxford Shakespeare: Critical Reference Edition eBook

The Complete Works

de William Shakespeare
idioma: inglês
Editor: OUP Oxford, março de 2017 ‧
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Ebook para ADE
The New Oxford Shakespeare is a landmark print and online project, which for the first time provides fully edited and annotated texts of all extant versions of all Shakespeare's works, including collaborations, revisions, and adaptations. Based on a fresh examination of the surviving original documents, it draws upon the latest interdisciplinary scholarship, supplemented by new research undertaken by a diverse international team. Although closely connected and systematically cross-referenced, each part can be used independently of the others. The New Oxford Shakespeare: The Complete Works: Critical Reference Edition collects the same versions of the same works found in the Modern Critical Edition, keyed to the same line-numbering. But the Critical Reference Edition emphasizes book history and the documentary origins of each text. It preserves the spelling, punctuation, capitalization, abbreviations, typographical contrasts, ambiguities, and inconsistencies of the early documents. Introductions focus on early modern manuscript and print culture, setting each text within the material circumstances of its production, transmission, and early reception. The works are arranged in the chronological order of the surviving texts: the first volume covers documents manufactured in Shakespeare's lifetime, and the second covers documents made between 1622 and 1728. The illustrated general introduction presents an overview of the texts available to editors and describes how they define Shakespeare. An essay on error surveys kinds of error characteristic of these early text technologies. It is followed by a general introduction to the music of Shakespeare's plays. Introductions to individual works and an extensive foot-of-the-page textual apparatus record and discuss editorial corrections of scribal and printing errors in the early documents; marginal notes record press variants and key variants in different documents. Original music notation is provided for the songs (where available). Because the plays were written and copied within the framework of theatrical requirements, casting charts identify the length and type of each role, discuss potential doubling possibilities, and note essential props. The New Oxford Shakespeare consists of four interconnected publications: the Modern Critical Edition (with modern spelling), the Critical Reference Edition (with original spelling), a companion volume on Authorship, and an online version integrating all of this material on OUP's high-powered scholarly editions platform. Together, they provide the perfect resource for the future of Shakespeare studies.

New Oxford Shakespeare: Critical Reference Edition

The Complete Works

de William Shakespeare

Propriedade Descrição
ISBN: 9780192517579
Editor: OUP Oxford
Data de Lançamento: março de 2017
Idioma: Inglês
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade: PDF para ADE
Coleção: New Oxford Shakespeare
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Arte > Artes de Palco
EAN: 9780192517579

SOBRE O AUTOR

William Shakespeare

Poeta e dramaturgo inglês nascido em 1564, em Stratford-Upon-Avon, e falecido em 1616. O seu aniversário é comemorado a 23 de abril e sabe-se que foi batizado a 26 de abril de 1564. Stratford-Upon-Avon era então uma próspera cidade mercantil, uma das mais importantes do condado de Warwickshire. O seu pai, John Shakespeare, era um comerciante bem sucedido e membro do conselho municipal. A mãe, Mary Arden, pertencia a uma das mais notáveis famílias de Warwickshire. Shakespeare frequentou o liceu de Stratford, onde os filhos dos comerciantes da região aprendiam Grego e Latim e recebiam uma educação apropriada à classe média a que pertenciam. São conhecidos poucos factos da vida de Shakespeare entre a altura em que deixou o liceu e o seu aparecimento em Londres como ator e dramaturgo por volta de 1599. Em 1582 casou com Anne Hathaway, oito anos mais velha do que ele, e o casal teve três filhos: Suzanna (nascida em 1583), e os gémeos Hamnet e Judith (nascidos em 1585). A primeira referência a Shakespeare como ator e dramaturgo encontra-se em A Groatsworth of Wit (1592), um folheto autobiográfico da autoria do dramaturgo londrino Robert Greene, onde o escritor é acusado de plágio. Nesta altura Shakespeare era já conhecido em Londres, embora não se saiba com exatidão a data do seu aparecimento na capital. Em virtude do encerramento dos teatros londrinos entre 1592-94, Shakespeare compôs nessa época dois poemas narrativos: Venus and Adonis (publicado em 1593) e The Rape of Lucrece (publicado em 1594). No inverno de 1594 integrou a mais importante companhia de teatro isabelina, The Lord Chamberlain's Men, onde permaneceu até ao final da sua carreira. A companhia deveu à popularidade de Shakespeare o seu lugar privilegiado entre as restantes companhias de teatro até ao encerramento dos teatros pelo Parlamento inglês em 1642. Em 1598 foi inaugurado o Globe Theatre, o teatro da companhia a que Shakespeare se associara, construído pelo ator e empresário Richard Burbage no bairro de Southwark, na margem sul do Tamisa. Depois da ascensão ao trono de Jaime I (em 1603) a companhia The Lord Chamberlain's Men passou para a tutela real, e o seu nome foi alterado para The King's Men. A passagem de Shakespeare pelos palcos associa-se a breves desempenhos: Adam na peça As You Like It e o fantasma (Ghost) em Hamlet. Depois de ter comprado algumas propriedades em Strattford, Shakespeare retirou-se para a sua terra natal em 1610, mantendo todavia o contacto com Londres. O Globe Theatre foi destruído pelo fogo no dia 23 de junho de 1613, durante uma representação da peça Henry VIII. Além de uma coleção de sonetos e de alguns poemas épicos, Shakespeare escreveu exclusivamente para o teatro. As suas 37 peças dividem-se geralmente em três categorias: comédias, dramas históricos e tragédias. Entre os dramas históricos, género que primeiro cultivou, destacam-se Richard III (Ricardo III), Richard II (Ricardo II) e Henry IV (Henrique IV). Entre as suas comédias contam-se Love's Labour's Lost, The Comedy of Errors, The Taming of the Shrew, a comédia de intenção séria The Merchant of Venice (O Mercador de Veneza), As You Like It (Como Quiserem) e A Midsummer Night's Dream (Um Sonho de Uma Noite de Verão). A tragédia não é uma forma que pertença exclusivamente a um determinado período na evolução da obra de Shakespeare. Sob influência de Marlowe, a forma de tragédia já se encontrava nas peças que dramatizavam episódios da História inglesa. Em Romeo and Juliet (Romeu e Julieta) e Julius Caesar (Júlio César) Shakespeare combinou a perspetiva histórica com uma interpretação trágica dos conflitos humanos. O período em que Shakespeare escreveu as suas grandes tragédias iniciou-se com Hamlet, escrita entre 1600-1602, a que se seguiram Othelo, Macbeth, King Lear, Anthony and Cleopatra e Coriolanus, todas elas compostas entre 1601 e 1608. Na última fase da carreira de Shakespeare situam-se as peças de tom mais ligeiro: Cymbeline, The Winter's Tale e The Thempest. Parte das obras de Shakespeare foram publicadas durante a vida do autor, por vezes em edições pirateadas, mas só em 1623 apareceu a edição "Fólio", compilada por John Heminges e Henry Condell, dois atores que tinham trabalhado com Shakespeare. No século XVIII as peças foram publicadas por Alexander Pope (em 1725 e 1728) e Samuel Johnson (em 1765), mas só com o Romantismo se compreendeu a profundidade e extensão do génio de Shakespeare. No século XX reforçou-se a tendência para considerar a obra de Shakespeare integrada nos contextos dramáticos que a suscitaram.

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