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Horas de Paz - II eBook

Escritos Religiosos

de Camilo Castelo Branco
Editor: Edições Vercial, fevereiro de 2013 ‧
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A obra contém os seguintes textos: O Panteão; Naturalismo; Carta; Paradoxos da incredulidade; Domingo; Abadessados; O bardo irlandês ; Que há de comum entre o regicida de Isabel II e o jesuíta?; A Rainha dos Céus na presença dos humildes da terra; Eloquência sagrada; Anedotas do ministério do marquês de Pombal, e conde de Oeiras, Sebastião José de Carvalho e Melo; A actual instrução do clero; Usura ; Imagem de Cristo; Consequências da irreligião; Santo Inácio de Loiola; Inácio de Loiola: O cavaleiro, O penitente, A visão realizada, O voto cumprido, O instituto, Ódios, impotentes, Regra da Ordem, Constituição da Ordem, Na Irlanda;; Porque descrêem?; Respeito aos mortos!; O Libertador anunciado e prometido a todos os povos; O Missionário.

Horas de Paz - II

Escritos Religiosos

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897002151
Editor: Edições Vercial
Data de Lançamento: fevereiro de 2013
Idioma: Português
Páginas: 124
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Religião e Moral > Catolicismo
eBooks em Português > Religião e Moral > Moral e Ética
EAN: 9789897002151

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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