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Ecos Do Mundo eBook

de Eça de Queiroz
idioma: português do brasil
Editor: Carambaia, dezembro de 2023 ‧
6,49€
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Ebook para wook reader
Crônicas de costumes, observações espirituosas e análises sobre diversos países do mundo revelam faceta jornalista e observador da atualidade do romancista português Conhecido mundialmente como um mestre do romance, Eça de Queiroz (1845-1900) também escreveu, durante muitos anos, crônica jornalística. Parte de sua colaboração em periódicos trata de assuntos internacionais, valendo-se do conhecimento e da experiência do escritor como diplomata. Ecos do mundo traz uma seleção desses textos, que se alternam entre observações espirituosas de costumes, análises detalhadas do xadrez geopolítico da época, reflexões sobre tendências intelectuais e artísticas em Londres e Paris e narrações que beiram a escrita ficcional. O Brasil ocupa a primeira parte de Ecos do mundo — título inspirado na coluna "Ecos de Paris", que Eça manteve no jornal carioca Gazeta de Notícias (de 1880 a 1897). Em nove crônicas, fica evidente que o escritor via o Brasil com simpatia, sobretudo quando comparado a Portugal — sem, entretanto, poupar o país e seus habitantes de sua célebre ironia. Nas demais partes, estão reunidos artigos não só sobre os lugares em que Eça morou, Inglaterra e França, mas também sobre a Itália, a Turquia, a China, a Tailândia e outros países.

Ecos Do Mundo

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9786554610520
Editor: Carambaia
Data de Lançamento: dezembro de 2023
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 448
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9786554610520
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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