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Diez (Posibles) Razones Para La Tristeza Del Pensamiento eBook

de George Steiner
Livro eBook
Editor: SIRUELA, Janeiro de 2014 ‧
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A partir de unas palabras en las que Schelling insinúa, a la manera de los gnósticos, que la tristeza es el telón de fondo de la naturaleza en general y de la condición humana en particular, George Steiner desarrolla diez tesis acerca de la tristeza inherente a la condición pensante del ser humano. Como en los «ejercicios de sabiduría» de un Séneca o un Marco Aurelio, pero desde una perspectiva marcada por la neurofisiología y la física cuántica, el autor levanta ante el lector una batería de preguntas que delatan el carácter dramático del pensamiento humano. ¿Hay algo más allá del pensar que sería impensable? ¿Podemos vivir sin pensar en absoluto? ¿El pensamiento es infinito? ¿Cuáles son las relaciones entre el pensamiento y el lenguaje, y entre el pensamiento y el yo? ¿Podemos realmente pensar el pensamiento? En la última de las Diez (posibles) razones Steiner aborda la cuestión de Dios. «Verosímilmente», dice, «el homo se hizo sapiens [...] cuando surgió la cuestión de Dios». En efecto, ¿no ha fascinado por igual a creyentes y a incrédulos la cuestión de Dios?

Diez (Posibles) Razones Para La Tristeza Del Pensamiento

de George Steiner

Propriedade Descrição
ISBN: 9788415937876
Editor: SIRUELA
Data de Lançamento: Janeiro de 2014
Páginas: 112
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Biblioteca De Ensayo / Serie Menor
Classificação Temática: eBooks em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788415937876
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

George Steiner

George Steiner é considerado um herdeiro de Sócrates no século XX. Nasceu em Paris, em 1929, partindo com a família para Nova Iorque no início dos anos 40 para escapar ao nazismo. Obteve a sua licenciatura em Letras na Universidade de Chicago em 1948. Em 1950, concluiu o mestrado na Universidade de Harvard, onde recebeu o Bell Prize in American Literature. De 1950 a 1952, foi bolseiro da Fundação Cecil Rhodes na Universidade de Oxford, onde se doutorou. Juntou-se à redação do The Economist, em Londres, sendo depois membro do Institute for Advanced Study, em Princeton. Em 1959, recebeu o prémio O. Henry Short Story. Foi professor de Inglês e Literatura Comparada na Universidade de Genebra de 1974 a 1994 e membro da Churchill College em Cambridge a partir de 1969. Foi também professor de Literatura Comparada na Universidade de Oxford e professor de Poesia em Harvard. Colaborou na The New Yorker, no The Times Literary Supplement e no The Guardian. Faleceu em Cambridge, em 2020.

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