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Correspondência Epistolar - II eBook

de Camilo Castelo Branco
Editor: Edições Vercial, outubro de 2012 ‧
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Texto segundo o Novo Acordo Ortográfico.

"Assim nas cartas de Vieira de Castro como nas que vão seguir, nem ousei substituir palavra do meu amigo, nem minha, de modo, sequer, a melhorar a forma. O que me pareceu desconveniente, risquei. Como testemunhas desta verdade, ofereço o editor e compositores destes livros, pois que lhes entreguei os manuscritos originais.
Há, nas minhas cartas, um predicado muito insistente, senão enfadonho. É o repetido queixar-me das minhas enfermidades. Aos doentes não peço desculpa; – que esses bem sabem como nós somos, os valetudinários. Aos que têm saúde peço indulgência, em paga do benefício que Deus lhes dispensa.
Diante de mim tenho vinte e duas cartas do meu amigo e trinta e seis minhas que vou queimar."

Correspondência Epistolar - II

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897001758
Editor: Edições Vercial
Data de Lançamento: outubro de 2012
Idioma: Português
Páginas: 185
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
eBooks em Português > Literatura > Epístolas e Cartas
EAN: 9789897001758

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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