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Cartas de Paris eBook

de Eça de Queiroz
Livro eBook
Editor: Livros do Brasil, julho de 2026 ‧
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Ebook para wook reader
Este volume reúne os textos escritos por Eça de Queiroz para o jornal carioca Gazeta de Notícias entre 1893 e 1897, período em que desempenhou funções como diplomata na capital francesa. Das intrigas políticas às rivalidades no mundo intelectual, da hipocrisia religiosa às futilidades sociais, cada carta é uma janela aberta com olhar afiado para a vida na Europa a partir de um território considerado o seu símbolo de civilidade. Contando e criticando o mundo em que vivia, Eça releva, com o seu estilo irónico e sagaz, um centro europeu palco de vitalidade e de tensões – entre países, movimentos políticos, correntes artísticas. Um local, naquele momento de viragem de século como agora, repleto de encantos e de falhas.

Cartas de Paris

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 978-989-711-350-5
Editor: Livros do Brasil
Data de Lançamento: julho de 2026
Idioma: Português
Páginas: 376
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Obras de Eça de Queiroz
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Crónicas
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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