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Apetece-Lhe Pessoa? eBook

Antologia Poética Para Ler E Ouvir

de Fernando Pessoa; Ilustração: Eloar Guazzelli
Editor: Editora Peirópolis, maio de 2017 ‧
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Áudio disponível no site da Editora Peirópolis Esta pequena e aparentemente despretensiosa antologia poética de um dos maiores poetas da língua portuguesa de todos os tempos é, em realidade, bastante ousada. A começar porque nasceu originalmente como um CD de áudio, gravado e produzido pelo poeta português José Jorge Letria, com este mesmo exato título. O CD cruzou o oceano, arrebatando uma nova leitora, a escritora brasileira Susana Ventura, que gravou novos poemas para Letria e reuniu todos eles e muitos outros, neste livro de ler e ouvir. Trata-se de um convite à leitura compartilhada em duas experiências complementares: a leitura e a audição, das quais se pode apreender a universalidade e a potência da poesia de Fernando Pessoa. Uma viagem transatlântica e transmídia que aproxima leitores em torno de sua pátria, a língua portuguesa.

Apetece-Lhe Pessoa?

Antologia Poética Para Ler E Ouvir

de Fernando Pessoa; Ilustração: Eloar Guazzelli

Propriedade Descrição
ISBN: 9788575965115
Editor: Editora Peirópolis
Data de Lançamento: maio de 2017
Páginas: 120
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Poesia
eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9788575965115
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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