João Moreira dos Santos
Natural de Lisboa, tem doutoramento em Ciências da Comunicação (ISCTE). É autor de dez livros sobre a história do jazz em Portugal, obras representadas nas coleções da Library of Congress, New York Public Library, British Library, Bibliothèque Nationale de France e nas bibliotecas das universidades de Harvard, Yale, Princeton e Columbia. É também autor do programa radiofónico diário Jazz a Dois (Antena 2), o qual soma mais de 2500 episódios emitidos e foi distinguido em 2019 pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) como "Melhor programa de rádio". Na imprensa, colabora há trinta anos em periódicos como Expresso, Visão História, Blitz, A Capital, Jornal de Letras, etc.. Em 2003, fundou o blogue Jazz no País do Improviso! Em televisão, participou, como convidado, em três documentários exibidos na RTP2: A Tensão Jazz (2010), Estética, Propaganda e Utopia no Portugal de António Ferro (2012) e Luís Villas-Boas: A Última Viagem (2024). Tem concebido e produzido vários musicais (Teatro da Trindade), diversas exposições (Biblioteca Nacional, Centro Cultural de Cascais, Assembleia da República), cursos, roteiros culturais (Centro Nacional de Cultura, Banco de Portugal, Câmara Municipal de Cascais) e documentários.
Criou também e produziu festivais e ciclos de referência, incluindo o Allgarve Jazz (Herbie Hancock, Chick Corea, Dee Dee Bridgewater, Gary Burtom, The Manhattan Transfer, etc.) e o Dose Dupla (CCB). O seu programa de divulgação do primeiro Dia Internacional do Jazz (2012) foi reconhecido internacionalmente pela UNESCO. Profissionalmente, é desde 2022 vice-presidente da Égide – Associação Portuguesa das Artes, tendo uma carreira de mais de trinta anos na área da comunicação como docente universitário e diretor em gabinetes ministeriais e em empresas multinacionais, nomeadamente a ABB e a Ericsson.
Criou também e produziu festivais e ciclos de referência, incluindo o Allgarve Jazz (Herbie Hancock, Chick Corea, Dee Dee Bridgewater, Gary Burtom, The Manhattan Transfer, etc.) e o Dose Dupla (CCB). O seu programa de divulgação do primeiro Dia Internacional do Jazz (2012) foi reconhecido internacionalmente pela UNESCO. Profissionalmente, é desde 2022 vice-presidente da Égide – Associação Portuguesa das Artes, tendo uma carreira de mais de trinta anos na área da comunicação como docente universitário e diretor em gabinetes ministeriais e em empresas multinacionais, nomeadamente a ABB e a Ericsson.
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Luís Villas-Boas - O Pai do Jazz em PortugalAvenida da Liberdade Editores02-20240,00€
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O Movimento Filarmónico no Concelho do MontijoEdições Colibri09-20160,00€
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Roteiro do JazzCasa Sassetti05-20120,00€
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Josephine Baker em PortugalCasa Sassetti02-20110,00€
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Jazz em CascaisCasa Sassetti07-20090,00€
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Jazz Na Terceira - 80 Anos De HistóriaBLU Edições10-20080,00€
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O Jazz Segundo Villas-BoasAssírio & Alvim04-20070,00€
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Duarte Mendonça 30 Anos de Jazz em Portugal 1974 - 2004Câmara Municipal de Cascais12-20050,00€
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Imprensa EmpresarialEdições Asa04-19950,00€