10% de desconto

Mensagem Audiolivro

de Fernando Pessoa; Narrado por: António Fonseca
Livro Audiolivro
Editor: Leya, setembro de 2011 ‧
4,99€
10% DESCONTO CARTÃO
DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Audiolivro para WOOK READER
"O grande poema épico do século XX interpretado por um grande artista, numa edição que conta com um estudo de um reputado especialista PESSOANO. Mensagem é a única obra completa de Fernando Pessoa publicada em vida. A sua publicação dá-se no dia 1 de Dezembro de 1934, aquando das comemorações da Restauração. Os 44 poemas que a constituem estão agrupados em três partes, correspondentes às etapas da evolução do Império Português - nascimento, realização e morte. Em ?No Brasão?, estão os construtores do Império; em ?Mar Português?, surge o sonho marítimo e a obra das descobertas; em ?o Encoberto? aparece a imagem do Império moribundo. Concorrente ao ""Prémio Antero de Quental"", foi preterida a favor de uma obra de um padre, que ilustrava a fé do povo conveniente ao regime, tendo de contentar-se com o segundo lugar no concurso. Hoje é reconhecida como uma obra fundamental da poesia portuguesa."

Mensagem

de Fernando Pessoa; Narrado por: António Fonseca

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895813308
Editor: Leya
Data de Lançamento: setembro de 2011
Idioma: Português
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 41 minutos
Tamanho Ficheiro 16.59 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789895813308

Impressionante

Maria Ribeiro

Eu não sabia que gostava tanto de poesia, mas o Fernando tem esse poder, tornar uma coisa "normal" e "desinteressante", numa leitura única

SOBRE O AUTOR

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR