A Confissão De Lúcio Audiolivro
SINOPSE
Escrito em forma de policial, tem como base o triângulo amoroso entre Lúcio, o seu amigo Ricardo e a mulher deste, Marta.
O narrador, Lúcio, confessa a sua inocência, depois de ter passado dez anos na prisão acusado da morte de Ricardo, ocorrida em circunstâncias misteriosas e da qual a única testemunha é o próprio Lúcio.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895810130 |
| Editor: | Leya |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2009 |
| Idioma: | Português |
| Tipo de produto: | Audiolivro |
| Duração: | 3 horas e 2 minutos |
| Tamanho Ficheiro | 93.42 MB |
| Formato e Compatibilidade: | |
| Classificação Temática: |
Audiolivros em Português
>
Literatura
>
Romance
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| EAN: | 9789895810130 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Essencial
AF
Novela indispensável para entender a obra de um dos autores mais importantes para o Modernismo Português, numa edição de leitura prática e acessível.
Incrível
Vanessa Gouveia
Uma incrível crise existencial de género, que aborda a sexualidade, a fantasia, identidade (ou a procura dela), e aborda tópicos ´´difícies´´, tendo em conta que foi uma história criada em 1913.
Excelente leitura
C.M
Muito cativante, inesperado e bem escrito. Lê-se muito bem e muito rápido. Recomendo vivamente.
"Um vago constrangimento"
Afonso Oliveira Fachada
Uma torva aventura, guiada por uma estranheza persistente.
Construção encantadora
A. Fernandes
O personagem principal tem claramente um quê de autobiográfico. O mistério construído e os cenários exuberantes descritos recordaram-me imenso O retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde. Foi a primeira prosa que li de Sá Carneiro e posso dizer que conquistou o meu interesse.
Inovador
Fábio Polónio
É uma das primeiras obras da literatura portuguesa a desafiar abertamente as normas da identidade e da sexualidade. Antecipou questões que viriam a ser centrais no existencialismo, no surrealismo e na psicanálise. Considerada uma das grandes obras-primas da prosa modernista portuguesa, ao lado de Mensagem (Fernando Pessoa) e Húmus (Raúl Brandão). Mário de Sá-Carneiro, como outros modernistas e decadentistas, usava frequentemente a ambiguidade, o simbolismo e a estética do “não-dito” para abordar temas como o desejo homoafetivo, a androginia e o conflito interior.