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A Cidade E As Serras Audiolivro

de Eça de Queiroz; Narrado por: Diogo Soares
Livro Audiolivro
Editor: Leya, Janeiro de 2009 ‧
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Numa manhã de um Inverno frio e pessimista em Paris, num período de inexplicável tédio, o cosmopolita Jacinto decide regressar à sua Tormes natal, pacata vila nas serras do Douro, acompanhado pelo seu grande amigo Zé Fernandes.
Apesar das peripécias da mudança, na Serra Jacinto transforma-se, ganha entusiasmo, vitalidade e apetite pela vida.
Uma obra que retrata os contrastes entre a agitação e os luxos da cidade e a beleza e o potencial da vida no campo.

A Cidade E As Serras

de Eça de Queiroz; Narrado por: Diogo Soares

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896619558
Editor: Leya
Data de Lançamento: Janeiro de 2009
Idioma: Português
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 7 horas e 53 minutos
Tamanho Ficheiro 242.08 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896619558

Cidade e as Serras

Marco Matos

Onde pode o humano verdadeiramente crescer espiritualmente e em abundância, na cidade ou nas serras? Com o seu estilo exímio de narração e a pitada certa de crítica social a que nos habituou, Eça de Queirós pensa sobre o tema, criando uma narrativa que nos elucidará e nos dará imenso prazer na leitura.

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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