Thrillers para o verão
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@literacidades
5 de julho de 2022
Entre os muitos bons livros a que a Wook já nos habituou, descobrimos três thrillers de tirar o fôlego. E, depois, em quarto lugar, uma novidade muito ansiada. Quem é que consegue resistir a Joel Dicker? Prepare as suas férias com histórias que o vão deixar preso aos livros.
O Assassínio de Cinderela
Quem gosta de uma daquelas histórias de não pregar olho até ao fim, reconhece o nome de Mary Higgins facilmente. Foi mais de uma centena e meia de milhões de livros que a autora vendeu por este mundo fora e que encontra na Wook. Escolhemos este, pelos arrepios que nos causou simplesmente por lermos a sinopse. A história confirmou: esta é uma daquelas tramas danadas, que manda em nós e nos capta a atenção da primeira à última página. Aqui, Laurie Moran faz daquelas reconstituições de casos de polícia num programa de grande sucesso televisivo. Casos que não tiveram solução, encontrando-se muitos dos criminosos ainda à solta. É o que se passa com o assassino de Susan Dempsey, nunca descoberto, mas que parece estar em cada uma das personagens do livro. Lembram-se de CSI e de como dávamos por nós a fazer apostas sobre quem matou? Reviva agora essa sensação de pistas por desvendar, teorias e caminhos cruzados até se chegar a uma possível resposta… ou talvez não.
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Um cemitério para lunáticos
Provavelmente já leu ou ouviu falar de Ray Bradbury pelo seu famoso Farenheit 451. O livro em que os livros são proibidos e tratados como autênticas bombas prestes a explodir foi adaptado ao grande ecrã e faz parte do imaginário das mais famosas distopias do séc. XX. Mas é uma pena que não conheça também este cemitério. Aqui, a imaginação de Bradbury leva-nos para um caminho entre o real e o surreal que nós não sabíamos que queríamos tanto percorrer. Mas regressemos ao campo santo. Nele, um jovem argumentista de Hollywood é surpreendido com o pedido para estar no cemitério próximo dos estúdios onde trabalha, à meia-noite da noite de Halloween, para que lhe seja transmitida uma mensagem importante. Quem encontra lá é o antigo proprietário desses mesmos estúdios, que por sinal está morto há vinte anos… O que se segue é uma história que mistura o policial, o humor e, sobretudo, uma imaginação de mestre.
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O Jogo de Ripper
Talvez tenha ficado com vontade de ler mais Isabel Allendedepois de ter visto a minissérie chilena «Isabel», sobre a vida desta fascinante escritora. É bem capaz de se surpreender com a diversidade de temas e histórias que a escritora tem para lhe trazer. Aproveite e leve para férias uma das muitas tramas de Allende. Para já, e como se presta à temática, sugerimos-lhe O Jogo de Ripper. Aqui, encontramos uma mãe e uma filha que, embora muito diferentes, se apoiam mutuamente vida fora. Amanda, a filha, é fascinada pelo obscuro e pela alma de cada um e Indiana, a mãe, uma alma bondosa, sempre tendendo a ver o que de melhor têm as pessoas. O fascínio de Amanda pelo mistério vai levá-la até Ripper, um jogo de mistério online que vai sair da ficção diretamente para o submundo do crime de São Francisco. E quando a sua própria mãe desaparece, a missão de Amanda passa a ser a de descobrir o seu paradeiro. E a investigação que inicia leva-a por vários caminhos sinuosos…
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O Caso Alaska Sanders
Há livros que assim que estão disponíveis fazem com que apodere de nós uma grande vontade de os ler. É o caso das tramas de Joel Dicker, o famoso escritor de thrillers e policiais. Esta é a sequela de A verdade sobre o caso Harry Quebert e O livro dos Baltimore. Os livros podem ser lidos de forma independente, já nos assegurámos disso. Mas será que queremos? A quem ainda não conhece estes dois outros livros, aconselhamos a série completa. Mas, de outra forma, também é possível lê-los como histórias separadas. Se a expressão «sei o que fizeste» o remete para um famoso filme dos anos 90, não vá mais longe. É esta a premissa que rege o novo livro de Dicker. Em 1999, a investigação do assassinato de Alaska Sanders foi rapidamente encerrada mas ao longo do tempo são vários os indícios que nos dizem que talvez haja algo mais a descobrir e a investigação feita na altura é gato escondido com o rabo de fora. Marcus Goldman e Perry Gahalowood reúnem-se novamente em torno do caso, levantando fantasmas do passado e percebendo que talvez nem tudo seja o que parece. Estas mais de setecentas páginas passam a voar, num ritmo contínuo onde estamos imersos numa trama policial como só Dicker nos sabe trazer.
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