Estes livros sobreviveram ao lápis azul

As ideias podem mudar o mundo e os livros também. A página em branco é, acima de tudo, um espaço de liberdade, por isso, esta semana reunimos quatro livros que têm apenas uma coisa em comum: foram, em algum momento, proibidos ou censurados, mas as suas vozes resistiram ao tempo e continuam a conquistar leitores.
6 livros que sobreviveram ao lápis azul
6 livros que sobreviveram ao lápis azul
À ESPERA NO CENTEIO
Publicado originalmente em 1951, o clássico de J. D. Salinger continua a figurar nas listas de livros mais banidos nas escolas norte-americanas. Acusado de utilizar calão, promover o consumo de álcool e comportamentos promíscuos, o livro gerou polémica, mas a rebeldia de Holden Caulfield marcou em definitivo a literatura americana do séc. XX.
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NADA
Pierre Anton, um jovem estudante, sobe a uma árvore e recusa-se a descer porque “nada importa”. Os colegas tentam mostrar-lhe que a vida faz sentido, mas à medida que o tempo passa, e Pierre se recusa a descer, os colegas vão tomando medidas cada vez mais desesperadas. A história foi banida aquando da sua publicação na Dinamarca, em 1990, e o livro foi acusado de ser perigoso para os leitores mais jovens.
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PSICOPATA AMERICANO
Cruel e cheio de humor, o romance de Bret Easton Ellis conta a história do psicopata Patrick Bateman. O livro dividiu a crítica desde o lançamento, em 1991, com as suas descrições gráficas e cenas de extrema violência. Na Austrália e na Nova Zelândia, ainda hoje, o livro só pode ser vendido envolto em plástico e a leitores com mais de 18 anos.
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MANUAL DE ETIQUETA
Com belas ilustrações, humor e irreverência se escreve uma história sobre o desejo de ir contra as normas vigentes e a descoberta do que em si é unico. Um tigre que estava farto da boa educação e que só queria divertir-se, como estava na natureza dos tigres, mas um dia foi longe de mais.
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