Entrevista ao Livrólico do Mês
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8 de junho de 2017
Sofia, consegues estimar quantos livros compraste desde que aprendeste a ler?
Vou só ali perguntar ao sofá que deitei ontem ao lixo para ter espaço para mais uma estante XL. Não sei, WOOK, já comprei uns quantos!
Descreve a tua personagem favorita numa frase.
É gordinho, tem os pés felpudos e vai sempre ao lado de um outro gordinho que diz ser o sobrinho de um tal Bilbo Baggins.
Já gostaste assim tanto de um livro que o voltaste a ler?
Sim, faço questão de reler O Principezinho todos os anos.
Vou só ali perguntar ao sofá que deitei ontem ao lixo para ter espaço para mais uma estante XL. Não sei, WOOK, já comprei uns quantos!
Descreve a tua personagem favorita numa frase.
É gordinho, tem os pés felpudos e vai sempre ao lado de um outro gordinho que diz ser o sobrinho de um tal Bilbo Baggins.
Já gostaste assim tanto de um livro que o voltaste a ler?
Sim, faço questão de reler O Principezinho todos os anos.
Livrólica do mês
Em que medida acreditas que ler livros te pode tornar numa pessoa melhor?
Sabes aquele miúdo da tua escola que tinha uma casa com piscina e, na altura do verão, saía das aulas e ia diretamente dar um mergulho? Sempre tive um bocado de ciúmes desse miúdo, até perceber que mergulhar num livro também pode ser uma experiência bastante refrescante. Primeiro porque, sem dares conta, te obriga a sair da tua zona de conforto e a entrar numa nova realidade; segundo, porque sabe muito bem parar de pensar em mim e no meu umbigo por umas horas e deixar-me envolver nos problemas reais ou imaginários de outras personagens, fictícias ou não. A parte boa é: se não gostares dessa realidade, se te der medo, basta fechar esse livro e abrir um dos contos do Winnie The Pooh.
Achas que ler é uma forma de ativismo?
Acho que fazer um esforço para estar informado na era da desinformação e das fake news é um ato revolucionário, sim!
O título mais estúpido de um livro.
Learning To Play With A Lion's Testicles, de Melissa Haynes. Mas quem é que no seu perfeito juízo haveria de querer brincar com os testículos de um leão?
Sabes aquele miúdo da tua escola que tinha uma casa com piscina e, na altura do verão, saía das aulas e ia diretamente dar um mergulho? Sempre tive um bocado de ciúmes desse miúdo, até perceber que mergulhar num livro também pode ser uma experiência bastante refrescante. Primeiro porque, sem dares conta, te obriga a sair da tua zona de conforto e a entrar numa nova realidade; segundo, porque sabe muito bem parar de pensar em mim e no meu umbigo por umas horas e deixar-me envolver nos problemas reais ou imaginários de outras personagens, fictícias ou não. A parte boa é: se não gostares dessa realidade, se te der medo, basta fechar esse livro e abrir um dos contos do Winnie The Pooh.
Achas que ler é uma forma de ativismo?
Acho que fazer um esforço para estar informado na era da desinformação e das fake news é um ato revolucionário, sim!
O título mais estúpido de um livro.
Learning To Play With A Lion's Testicles, de Melissa Haynes. Mas quem é que no seu perfeito juízo haveria de querer brincar com os testículos de um leão?