Memórias Póstumas de Brás Cubas

de Machado de Assis
idioma: português, português do brasil
Editor: Editora Record, junho de 2005 ‧
7,92€
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Aqui, neste romance posto em dúvida, um homem morre e resolve contar, com a isenção que só a morte permite, a sua vida. Mas contar uma vida quando ainda se vive. Como uma memória não-póstuma, possivelmente tende a transformar o narrador em tema de si mesmo. De algum modo, ninguém que escreve sobre si mesmo é capaz de contar tudo, sempre guarda um certo ar de heroísmo.

Memórias Póstumas de Brás Cubas

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9788501054128
Editor: Editora Record
Data de Lançamento: junho de 2005
Idioma: Português, Português do Brasil
Dimensões: 150 x 230 x 20 mm
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Coleção: Descobrindo os Clássicos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788501054128
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

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