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O Retrato De Dorian Gray eBook

de Oscar Wilde
Livro eBook
Editor: Penguin Clássicos, maio de 2022 ‧
7,99€
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Ebook para wook reader
Na Inglaterra vitoriana, o famoso artista Basil Hallard pinta o retrato de Dorian Gray, homem jovem de uma beleza inspiradora. Imerso num ambiente aristocrático que cultiva o belo e a juventude como valores absolutos, e atraído por esta visão hedonista da vida, Dorian Gray deseja que aquele retrato envelheça no seu lugar, registando-se ali as marcas da sua decadência física enquanto a sua aparência permanece intocada pelo tempo. A sua alma será a moeda de troca.

Publicado em 1890 como uma novela na Lippincott’s Monthly Magazine, O Retrato de Dorian Gray, foi recebido com escândalo, classificado como imoral e censurado.

Um ano depois, Oscar Wilde edita, em livro, o influente romance filosófico como hoje o conhecemos, defendendo o seu trabalho num prefácio histórico que constitui, ele próprio, um manifesto literário e artístico em defesa da arte e dos direitos de quem a cria.

«A única maneira de nos vermos livres de uma tentação é ceder.»

Introdução de João R. Figueiredo, professor de Teoria da Literatura e de Cultura Visual na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

O Retrato De Dorian Gray

de Oscar Wilde

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897846274
Editor: Penguin Clássicos
Data de Lançamento: maio de 2022
Idioma: Português
Páginas: 280
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897846274
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

Faz-nos questionar o ser humano!

Paxi

Um homem apaixonado pela sua imagem, consegue fazer com que o seu envelhecimento aconteça através de um retrato seu. Será que o retrato "absorveu" apenas os envelhecimento e aspeto físico ou também os seus sentimentos e a sua moralidade?

instantly a new all time favourite

DSB

What a silly little gay book hehehe Some of you have never ripped your soul to remain forever young...and it shows

Um clássico que vale a pena ler

Bruna de Sousa

O Retrato de Dorian Gray é um romance escrito por Oscar Wilde em 1890. O livro é considerado um clássico da literatura inglesa e é amplamente estudado em escolas e universidades. A história segue o jovem e belo Dorian Gray, que é convencido pelo seu amigo Lord Henry Wotton a seguir a sua beleza e desfrutar da vida sem se preocupar com as consequências. Como resultado, Dorian envolve-se em comportamentos imorais e egoístas, enquanto seu retrato, guardado em segredo, revela as marcas cada vez mais terríveis de sua alma corrompida. O livro é considerado uma crítica social e moral da sociedade vitoriana, na qual Wilde vivia. Ele usa a personagem de Dorian para satirizar a busca pelo prazer a qualquer custo e o culto à beleza e juventude. Além disso, o livro também aborda temas como a dualidade da natureza humana, a relação entre arte e vida e a importância da responsabilidade moral. É uma história que ainda aborda temas bastante atuais e recomendo a todos lerem.

Um clássico imperdível

Miguel A.

A tão famosa história de Oscar Wilde sobre um jovem que vende a sua alma em troca da beleza e juventude eterna. Um livro sobre a condição humana, o egoísmo, a superficialidade, moralidade...

Narcisismo negro

Ana Beatriz Ferreira

História cativante de como o narcisismo nos pode levar, metaforicamente, às mais extremas consequências. Surpreendente pelos temas que aborda, especialmente por ter sido escrito na época em que foi, que continuam atuais.

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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