A Noite Em Que O Verão Acabou eBook
SINOPSE
No Verão de 1987, o adolescente Pedro Taborda apaixona-se por Laura Walsh, a filha mais velha de um magnata nova-iorquino. Ela e Levi - uma criança misteriosa - passam férias com os pais no Lagoeiro, uma pacata cidade algarvia. Rica e moderna, a família Walsh tem tudo para dar muito nas vistas no sul de Portugal. Inebriado pelas formas perfeitas e pelos modos ousados de Laura, Pedro encontra na rapariga americana o seu primeiro amor. Mas quando o Verão acaba, a família Walsh regressa aos Estados Unidos e o destino fica por cumprir.
Dez anos depois, Pedro, decidido a tornar-se escritor, vai estudar para Nova-Iorque. Fascinado com Gary List, antigo prodígio das letras americanas, chega aos Estados Unidos determinado a perseguir os sonhos da juventude. Ao reencontrar Laura, está longe de suspeitar que esse acaso o mergulhará no crime mais falado dos anos noventa, o homicídio do milionário Noah Walsh.
Com um segundo homicídio a atrapalhar a investigação e uma corrida para salvar Levi, de apenas dezasseis anos, acusada de matar o pai, Pedro e Laura enredam-se irremediavelmente na teia de segredos que envolve a família Walsh, desde os anos quarenta do século XX até ao impensável desfecho nas primeiras décadas do novo milénio.
Porque em Chatlam - e neste thriller imparável - nada é o que parece.
O QUE ESCONDE LEVI WALSH?
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896659066 |
| Editor: | Companhia das Letras |
| Data de Lançamento: | novembro de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Páginas: | 672 |
| Tipo de produto: | eBook |
| Formato e Compatibilidade: | |
| Classificação Temática: |
eBooks em Português
>
Literatura
>
Policial e Thriller
|
| EAN: | 9789896659066 |
| Acessibilidade: | Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor |
OPINIÃO DOS LEITORES
Uma boa surpresa
MartaMS
Nunca tinha lido nada do autor e fiquei curiosa com a introdução neste estilo. Escrita muito fluída que agarra bem o leitor. Talvez o fim tenha sido muito precipitado para a forma tranquila como toda a história se desenrolou. Merecia um bocadinho mais de atenção. De qualquer maneira, recomendo.
Interessante
Lúcia Vale Matias
Diria que é mais um romance policial e não tanto um thriller. A segunda parte do livro é extremamente cativante com um excelente ritmo. A leitura, como outras obras de Tordo, é envolvente, cativante e flui de uma forma muito típica. Quem goste muito de thrillers irá gostar muito mais de “Águas passadas”
Quando a verdade parece pior que a mentira
Marta Segão
Foi a minha estreia com o autor. Esperavam-me mais de 600 páginas, e digamos que o início não estava muito promissor. Imaginei que demoraria várias semanas a lê-lo. Não foi o caso. Com três personagens principais, Laura, Pedro e Levi, este livro mostra aquela que está um pouco à frente, que tenta tirar o proveito da vida, e do momento, sem se envolver demasiado; aquela que parece ter ficado, para sempre, estagnada num verão da adolescência e vive de memórias, sonhos e desejos não concretizados; e aquela que, alheia às outras duas, parece ser uma criança difícil e problemática, com uma imaginação demasiado sombria e, mais tarde, uma jovem assassina. Uma típica família portuguesa, unida, honesta, numerosa, humilde. E uma família americana, descontraída, moderna, gente rica e poderosa, a fachada de família perfeita, a caminho de se desfazer de vez. Um amor da adolescência, que nunca chegou a ser vivido, mas que permaneceu presente na mente de Pedro, condicionando a sua vida e o seu percurso, enquanto Laura seguiu a sua vida. A vontade de se tornar escritor, ir atrás do seu autor de eleição e, pelo caminho, quem sabe, cruzar-se com Laura. E a constatação de que, provavelmente, fracassaria em todas essas metas, porque as tentava alcançar pelos motivos, e da forma, errados. De repente, na relativa normalidade da sua vida de estudante, Pedro recebe um telefonema de Laura, pedindo ajuda. O pai de Laura tinha sido assassinado. A irmã mais nova, Levi, estava a ser acusada de ter matado o pai de ambas. A partir daqui, nenhum deles terá, durante muitos e longos anos, sossego ou paz, por conta de um crime que não conseguem desvendar, e um passado que não sabem como investigar, quando falta a maioria das peças. Dez anos depois, e com uma nova investigação em curso, poderá agora, cada um deles, libertar-se do passado? Recomeçar, sem esse peso nos ombros, e na mente? Valerá a pena tornar a verdade pública? E quem o poderá fazer?
História cativante
Daniel Sousa
Esta foi, talvez, a história mais arrebatadora que li nos últimos tempos, pela maneira com o autor "montou" a história... As mais de 600 páginas "voaram" literalmente numa escrita simples, acessível mas ao mesmo tempo complexa e rica. As constantes analepses e prolepses estão muito bem conseguidas e adensam o mistério daquela fatídica noite de 14 de Setembro. PS: Quantas pessoas não se revêm no Pedro Taborda de 1987, em plena adolescência e o seu primeiro amor?
Para quem aprecia um thriller, esta pode ser uma boa opção de leitura
Ana Isabel Vieira
João Tordo conta-nos a história de um "cold case" mal resolvido, a albergar mistério, injustiça, fascínio, procura da vocação e do próprio eu, e um passado que ofusca o presente. A meu ver, um livro demasiado extenso e algo repetitivo em determinadas passagens. Mas numa escrita simples, João Tordo envolve e cativa. Empresta à ficção as angústias da realidade.
Leitura Envolvente... Gostei muito e recomendo.
Rita Cardoso
Da minha janela viajei por Lisboa, Estados Unidos, Índia e Canadá. Em 48h devorei as 667 páginas deste thriller, que me absorveu e transportou para todos os cenários e enredo da história dos Walsh. Não é arriscado dizer que o melhor desta quarentena foi descobrir o talento das palavras de João Tordo. Mais arriscado seria ter adiado esta descoberta. ¿
Surpreendente
Raquel
Este é o primeiro livro que li do autor e desde o inicio que me cativou por completo! Cheio de mistério e suspense, o livro é de leitura compulsiva com uma história que nos prende do inicio ao fim. Recomendo vivamente!
Fascinante
Raquel
Este é o primeiro livro que li do autor e fiquei encantada com a história. Envolvente do início ao fim, "A Noite em que o Verão Acabou" é de leitura compulsiva e de tirar o fôlego a cada página que folheados. Cheio de mistério e suspense, aconselho vivamente!
A noite em que o verão acabou
Elisabete Azevedo
João Tordo, como nunca o tinha lido. Uma história que agarra o leitor desde a primeira página, contada com a mestria a que João Tordo já nos habituou. Uma história sobre "o amor", nas suas diversas formas, e as respectivas implicâncias na vida do ser humano. Neste livro o suspense mantém-se até ao fim. Adorei e recomendo vivamente.
Envolvente
Nélia Capêto
História e escrita envolventes, “naturalmente” construída, sem “solavancos”, apesar dos “contratempos” da(s) história (s) e do movimento temporal da mesma, que nos transporta ao passado e ao presente do narrador e personagem principal, e à(s) vida(s) dos outros personagens. Queremos acompanhar Pedro e perceber afinal o que aconteceu naquela madrugada de 14 de setembro... e muito mais... Adorei!
Gostei muito!
C.Duarte
Achei que tem pouco de triller (mais romance, de facto), mas é uma história bonita e muito bem contada que fez com que terminasse o livro com a sensação de que gostava de saber mais sobre a vida das personagens. Recomendo!
Recomendo
Serafim F.
As personagens e especialmente os cenários agarram. A história carrega uma aura de mistério pincelado pelo tempo. A certa altura o mistério quase se perde para depois reaparecer ainda mais avassalador. Adorei a história, manteve-me intrigado até ao fim.
Sexo, ambição e inveja...as três razões para um assassinato!
livrista.blogspot.com
Confesso que já há muito tempo não tinha interesse pelos chamados "Thriller", mas este comeu-me a alma. Não sendo o crime perfeito, manteve-me sempre alerta sobre as várias possibilidades, e o "Thriller" propriamente dito vem também acompanhado por um sentimento de amor. Quando falo de amor, não falo simplesmente de uma relação amorosa entre um homem e uma mulher, mas o amor na sua plenitude, em todo o seu sentido, em todas as suas formas. Resta dizer que apesar de 666 páginas meterem respeito, é um livro muito fácil de ler. Ás tantas dás por ti com 80 /100 páginas lidas e sem vontade de largar o livro. Mais uma vez João Tordo me encantou!
Durou pouco mais de 48h! Fascinante.
Rita Cardoso
Um livro que absorve e transporta o leitor para todos os cenários. Simplesmente fantástico.
Excelente!
Rita Reis
Viciante, brilhante. Quase 700 páginas de um 'thriller' que não dá para parar de ler. Os vários momentos no tempo transportam nos para a história e envolvem-nos nos seus deliciosos detalhes.
Diferente
LMFH
Um livro diferente de todos os outros até agora lançados pelo autor, contudo não deixa créditos por mãos alheias e mais uma vez se comprova estarmos perante um dos mais geniais escritores portugueses da atualidade. Que venham mais...
um verdadeiro triller
Cristina Rebocho
João Tordo surpreende com esta magnífica história de crime e intriga, onde o cruzamento de relações pessoais é a chave do mistério, ou não! Um livro que nos prende até ao fim!
longo, longo, longo...
A.
Esta obra peca por ser demasiado longa: longo o título, longo livro. Reduzir o livro a, pelo menos, um terço teria sido a melhor forma de conseguir uma narrativa com ritmo de thriller e uma leitura cativante para o leitor. De facto, a primeira parte estende-se por 400 e muitas páginas e no final desta ainda não há sinal de suspense (ou muito pouco). A segunda parte, no entanto, ganha ritmo e a narrativa fecha bem. No entanto, nunca senti qualquer interesse em saber qual o destino ou a causa da morte do magnata Noah e do seu amigo, que me pareceram sempre personagens secundárias, às vezes pouco verosímeis e desinteressantes mesmo na sua suposta sordidez. Interessou-me mais saber do Pedro Taborda e da sua amiga americana, talvez porque com estes se crie, sobretudo ao longo da primeira parte, uma maior proximidade. O género é, no entanto, um género muito difícil e o autor engendrou um enredo complexo, embora com algumas soluções menos conseguidas, que não desilude, mas infelizmente também não empolga em momento algum.
Surpreendente
Ana Paula Carlão
Desde que li o seu primeiro livro fiquei fã da sua escrita. Compro todos os seus livros. Este thriller é envolvente e cheio de suspense. Embora diferente do que nos habituou, igualmente soberbo.
Surpreendente
Inês
Mais uma vez João Tordo surpreende, este novo género serve-lhe como uma luva. Estamos perante um livro fascinante e viciante. Depois de começar, não conseguimos parar. Recomendo este livro a todos que gostem de um bom thriller.
"Sexo, Ambição e Inveja"
Ana | Blog Tudo Sob Linhas
"Sexo, Ambição e Inveja" são os três pecados capitais que bem definem este trabalho de João que, também, revele um pouco da nossa sociedade de hoje. São 3 sentimentos muito delineados ao longo de toda a narrativa.
Uma estreia sólida num género tão pouco explorado em Portugal
Daniela Guimarães
João Tordo experimentou um novo género e piscou o olho a Agatha Christie e a Arthur Conan Doyle, entre outros. O escritor Português tem uma estreia sólida no mundo dos thrillers, conciliando a sua impecável escrita e um enredo surpreendente. Passado entre Portugal e os Estados Unidos da América, a Noite em que o Verão Acabou apresenta-nos Pedro Taborda, um aspirante a escritor que, reencontrando um amor da adolescência, em Nova Iorque, depressa se vê envolvido num dos mais afamados homicídios dos anos 90 – o do milionário Noah Walsh. Repleto de mistério, este é o relato, na primeira pessoa, de Pedro que, num misto de enfatuação por um amor nunca esquecido e ambição para escrever o seu primeiro romance, procurou desvendar as circunstâncias que levaram à morte do magnata americano. O livro está dividido em duas partes sendo que, aí residiu, o único ponto menos bom da narrativa. Isto porque a forma como as mesmas são desenvolvidas é díspar. Por um lado, temos uma primeira parte extremamente desenvolvida e focada mais no Pedro e nas suas paixões e frustrações pessoais, sendo o crime um elemento importante mas não determinante. Na segunda parte, encontramos um thriller muito bem estruturado onde as revelações são negras, chocantes e deveras surpreendentes. Não obstante ter gostado de ambas, confesso que a primeira parte fugiu, em alguns aspectos, ao género e ao tipo de narrativa que eu procurava. Ainda assim, é inegável que esta foi uma excelente estreia num género tão pouco desenvolvido em Portugal. Há um trabalho intenso de desenvolvimento de personagem e o final foi digno de um grande thriller nórdico.
5*
Marta Amaral
Adorei! Apesar de um pouco longo demais, achei um livro fantástico e envolvente que me fez ler sem parar até descobrir o desfecho, e um bom desfecho sem pontas soltas. Boa escrita, cativante e que me manteve sempre ansiosa por saber mais!
A noite em que o verão acabou
João Mouro
É um daqueles livros que começamos a ler e não temos vontade de parar. Muito bem escrito e com um enredo muito bem conseguido .
A noite em que o verao acabou
Susana loureiro
Maravilhoso este triller , prende o leitor da primeira a ultima pagina , este autor nunca desilude .
E o Verão começou
Manuela Cunha
O livro dentro do próprio livro, nessa fórmula quase sempre vencedora. A história, em si, é como deve ser, em suspense, mistério, teia perversa e um autêntico polígrafo à medida que se somam personagens e ora se avança ou recua na acção temporal. O que está para além disso é maior. É sobre as dores do crescimento, é sobre existir para falhar, sobre crescer sem ser o que realmente somos, sem dar uns valentes murros na mesa ou nos "críticos", é sobre o abdicar de nós para ser o que os outros querem, é sobre esse engano e ilusão a que, tantas vezes, chamamos sonhos, é sobre a verdade da literatura, se ela existe, afinal, e é, acima de tudo, sobre o amor. Com Taborda e com Gary List, o João Tordo coloca-nos dois personagens fulcrais que são o motor de conhecimento um do outro, o espelho da idolatria, das frustrações, das ambições e do absoluto fracasso, sempre em busca dessa voz por detrás do processo de escrita que não pode ser apenas o despejar de factos, nem a dependência de aprovação de quem lê. E esse processo de descoberta permitirá a história chegar a um rumo, que é o livro em si. O fim sem o ser porque há um Verão que começa.
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