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You Get So Alone At Times That It Just Makes Sense

de Charles Bukowski
idioma: inglês
Editor: HARPERCOLLINS PUBLISHERS INC, agosto de 1992 ‧
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Charles Bukowski examines cats and his childhood in You Get So Alone at Times, a book of poetry that reveals his tender side.

You Get So Alone At Times That It Just Makes Sense

de Charles Bukowski

Propriedade Descrição
ISBN: 9780876856833
Editor: HARPERCOLLINS PUBLISHERS INC
Data de Lançamento: agosto de 1992
Idioma: Inglês
Dimensões: 160 x 254 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Poesia
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780876856833

ADOREI

Beatriz

Gostei imenso do livro, já tinha lido outros do mesmo autor, sem dúvida um dos meus preferidos!!

Mais uma grande obra

Andreia C.

Esta antologia de Bukowski deixa mais uma vez transparecer todo o génio do poeta. De emoções puras e cruas é uma das suas obras mais genuínas.

You Get So Alone at Times That It Just Makes Sense

Mary

Não conhecia o autor e li por recomendação de uma colega de universidade. Devo dizer que fiquei fascinada pela sua linguagem crua e direta, pela facilidade aparentemente coloquial e banal com que trata de assuntos quotidianos e existenciais e, acima de tudo, pela poesia. E que grande poesia a de Charles Bukowski, um dos autores mais interessantes do século XX!

Palavras despidas

Nmar

Um livro de poesia, sem o ser. Bukowski de forma pura e dura coloca por palavras o que sente. E cada um de nós, em algum momento da escrita, se identifica com o que ele transmite. Brilhante!

Um livro para quem gosta de conhecer melhor a mente e as relações humanas

Rute Teixeira

"You get so alone at times that it just makes sense", de Charles Bukowski não desilude. Particularmente porque não tem a pretensão de iludir. A poesia é crua, sem filtros, usando frequentemente palavras bruscas, que podem chocar o público mais tradicional, mas que são cruciais para carregar de significado cada momento tensional que nos narra. Leva-nos a fantasiar que se trata de fragmentos de situações-limite autobiográficas (quer na relação consigo, quer com os outros), aos quais qualquer um de nós se pode identificar: narra momentos não somente experimentados, mas vividos, por vezes, numa espiral emocional que simultaneamente atormenta e acalma. A leitura pode passar pelo rótulo de escrita catártica, de rascunhos entroncados, lixo. E aí assenta (na minha leitura, claro) a genialidade de Bukowski: imita a vida, no seu quotidiano, no seu curso, com intermitentes momentos de calma, de pico, de relações-limite, de angústia, de desistência, de recomeço e até de lixo... E de novo recomeço, não necessariamente pela mesma ordem. O que se reitera são os vícios, que se vão repetindo nos seus poemas, como que compondo um padrão, ou como que se confundido com a personalidade do poeta. Quem compra Bukowski compra uma comparação, um espelho, uma nova visão do mundo, mas sobretudo compra emoções de todos os tipos e intensidades!

Desconstrução de Bukowski

Teresa

O Autor tem uma visão muito especial sobre a sua vida e isso transparece na leitura deste livro que apesar da aparente confusão Bukowski fala o que sente e vê "nua e cruamente" sem preconceito, dito isto é um livro que recomendo vivamente para todos aqueles que gostam de poesia, realidade, insanidade, reclusão, desmistificação e desconstrução do psíquico de um artista.

SOBRE O AUTOR

Charles Bukowski

Charles Bukowski nasceu na Alemanha, em 1920, mas cresceu em Los Angeles, onde viveu durante cinquenta anos. Publicou o seu primeiro conto em 1944, quando tinha vinte e quatro anos, e começou a escrever poesia com trinta e cinco anos. Morreu em 1994, aos setenta e três anos, pouco tempo depois de completar o seu último romance, Pulp. Viu publicados mais de quarenta e cinco livros de prosa e poesia, incluindo os romances Post Office (1971), Factotum (1975), Women (1978), Ham on Rye (1982), Hollywood (1989) e Pulp (1994). É um dos autores americanos contemporâneos mais conhecidos a nível mundial e, possivelmente, o poeta americano mais influente e imitado de sempre.

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