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Viver Pela Liberdade

de Maria Antónia Palla
Editor: Matéria Prima, outubro de 2014 ‧
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Esta é a história de uma mulher que fez da escrita a sua arma, na luta pela Liberdade, pela Democracia e pela Igualdade. Maria Antónia Palla não é só a jornalista que alguém disse que «escrevia como um homem», nem a mãe do político António Costa.

Aos 80 anos, Maria Antónia Palla é uma testemunha de alguns dos momentos mais importantes da história de Portugal nos últimos 60 anos. Apoiou a candidatura à Presidência de Humberto Delgado, defendeu uma solução para a paz em Angola, lutou pelos direitos das mulheres e pela liberdade de imprensa. Deu voz a quem não a tinha.
Este livro, escrito em parceria com a jornalista Patrícia Reis, dá-nos conta de algumas dessas memórias, em que o fio condutor foi sempre a palavra LIBERDADE.

Viver Pela Liberdade

de Maria Antónia Palla

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898461964
Editor: Matéria Prima
Data de Lançamento: outubro de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 233 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 276
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789898461964

SOBRE O AUTOR

Maria Antónia Palla

Maria Antónia Palla nasceu no Seixal, em 1 de janeiro de 1933, numa família laica, republicana e liberal que lhe transmitiu os valores da Liberdade, Igualdade e Fraternidade que têm norteado a sua vida. É casada, tem um filho e dois netos.
É licenciada em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras de Lisboa. O jornalismo foi a sua única profissão. Trabalhou em diversos jornais, revistas e televisão, tendo-se destacado no tratamento de temas culturais e sociais.
Como cidadã empenhada na política, participou em todas as campanhas eleitorais antes e depois do «25 de Abril».
Defensora apaixonada da liberdade de pensamento e da liberdade de imprensa, foi a primeira mulher a ocupar o lugar de vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas e a primeira que assumiu a Presidência da Caixa de Previdência dos Jornalistas, cargo que desempenhou durante doze anos, até ao encerramento daquela instituição por um Governo socialista. Foi membro eleito do Conselho de Imprensa.
Interessada desde sempre pelos direitos das mulheres, participou ativamente na campanha pela legalização do aborto.
Foi uma das fundadoras da Liga dos Direitos das Mulheres e da Biblioteca Feminista Ana de Castro Osório, núcleo especializado da Biblioteca Municipal de Belém, a segunda que existe na Europa, enquadrada num espaço público.
Defensora do acesso de todos os Povos à Democracia foi uma das fundadoras do Fórum Português para a Paz e Democracia em Angola, que tem prestado apoio às forças democráticas daquele país.
Em Portugal, continua a participar civicamente em diversas ações a favor da cultura e direitos humanos.
É comendadora da Ordem da Liberdade.

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