Vidas Secas
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Edições Húmus, março de 2024 ‧
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SINOPSE
Em 1944, em carta dirigida ao escritor José Condé, Graciliano Ramos resumia assim Vidas Secas:
«Fiz o livrinho, sem paisagens, sem diálogos. E sem amor. Nisso, pelo menos, ele deve ter alguma originalidade […]. A minha gente, quase muda, vive numa casa velha de fazenda; as pessoas adultas, preocupadas com o estômago, não têm tempo de abraçar-se. Até a cachorra é uma criatura decente, porque na vizinhança não existem galãs caninos.»
Graciliano Ramos
O romance, escrito pouco após o autor ter sido libertado da prisão (fora acusado de ser comunista), é hoje um clássico da literatura brasileira.
«Fiz o livrinho, sem paisagens, sem diálogos. E sem amor. Nisso, pelo menos, ele deve ter alguma originalidade […]. A minha gente, quase muda, vive numa casa velha de fazenda; as pessoas adultas, preocupadas com o estômago, não têm tempo de abraçar-se. Até a cachorra é uma criatura decente, porque na vizinhança não existem galãs caninos.»
Graciliano Ramos
O romance, escrito pouco após o autor ter sido libertado da prisão (fora acusado de ser comunista), é hoje um clássico da literatura brasileira.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897559723 |
| Editor: | Edições Húmus |
| Data de Lançamento: | março de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 124 x 162 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 128 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | A Ilha |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Outras Formas Literárias
|
| EAN: | 9789897559723 |
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