Viagens na Minha Terra

de Almeida Garrett
Editor: Book Cover Editora, novembro de 2020 ‧
O relato de uma das viagens do autor à cidade de Santarém entrelaça-se com a história de quatro personagens que se movem dentro do retrato realista e sentimental de um país dividido pelos confrontos entre liberais e absolutistas, entre 1832 e 1834.

Joaninha, a menina dos rouxinóis, é uma rapariga jovem que vive sozinha com a sua avó, Francisca. As duas contam com as visitas regulares de Frei Dinis, um religioso franciscano que lhes trazia notícias de Carlos, primo de Joaninha, e o herói romântico que combate por D. Pedro na guerra civil.

As deambulações e impressões do autor sobre os locais por onde passou e a tragédia que liga estas personagens, lançam Garrett numa reflexão acerca da história de Portugal e do período pelo qual o país passava, a decadência do império.

Viagens na Minha Terra

de Almeida Garrett

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898898388
Editor: Book Cover Editora
Data de Lançamento: novembro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 141 x 208 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 264
Tipo de produto: Livro
Coleção: Essenciais da Literatura Portuguesa
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898898388

SOBRE O AUTOR

Almeida Garrett

Nascido no Porto, a 4 de fevereiro de 1799, João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett foi um dos escritores mais completos no panorama das letras portuguesas. Formado em Leis pela Universidade de Coimbra, apoia, no último ano do curso, a causa da revolução liberal de 1820, exilando-se consequentemente em Inglaterra e França. Neste seu afastamento, publica os dois títulos fundadores do Romantismo português: Camões (1825) e D. Branca (1826). No entanto, é depois do regresso definitivo a Portugal, em 1836, que se mostra mais profícuo, escrevendo um conjunto de obras, das quais se destacam a peça trágica Frei Luís de Sousa (1843), as inclassificáveis Viagens na Minha Terra (1846), ou os ousados versos de Folhas Caídas (1853). Aliado ao escritor está ainda Garrett, o homem cívico, que contribui para a redação da Constituição de 1838, funda o Conservatório de Arte Dramática e encabeça o projeto de edificação do Teatro Nacional D. Maria II. Almeida Garrett morre em Lisboa, a 9 de dezembro de 1854.

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