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Veneza

de Jan Morris
Editor: Tinta da China, junho de 2009 ‧
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Jan Morris é hoje o nome mais importante de entre os autores vivos de literatura de viagens. Nas palavras de Paul Theroux, outro dos grandes escritores viajantes do nosso tempo, é "um dos maiores escritores descritivos da língua inglesa". De hoje e de sempre, depreende-se. Por isso ele lhe chama também "um génio da viagem".
O livro que tem nas mãos, caro leitor, é já um clássico. Publicado originalmente há meio século, é muitas vezes referido como o livro sobre Veneza. Nele, Jan Morris entrelaça o H grande da História com um apuradíssimo sentido de observação para o h pequeno das histórias do quotidiano. É assim - para dar apenas um exemplo comezinho - que ficamos a saber porque há tantos gatos e porque deixou de haver cavalos em Veneza.
A autora, que publicou pela primeira vez este livro, em 1960, ainda com o nome de James Morris e cuja mudança de sexo na década seguinte acrescentou notoriedade à sua já famosa carreira jornalística, é uma figura extraordinária também por razões biográficas. É numa permanente inquietação da viagem que Jan Morris, percorrendo o mundo para o interpretar, tenta revelar o enigma dos lugares que visita tal como se propõe desvendar o seu próprio enigma interior. "Por vezes, rio abaixo, quase penso que o consigo; mas então a luz muda, o vento vira, uma nuvem atravessa-se à frente do sol e o significado de tudo isto volta uma vez mais a escapar-me."

«A escrita é fluente, capaz de cerzir informação prosaica com erudição histórica, sem com isso beliscar a melodia da frase.[...]Cada uma [das partes do livro leva-nos] pelo fio da história. Peripécias do quotidiano, declinações dialectais, humores, mitos, equívocos, anedotário indígena, bricabraque, antigos ritos, nada escapa ao exaustivo tour d’horizon. [...Uma] excepcional qualidade d[e] escrita.»
Eduardo Pitta, Público

Veneza

de Jan Morris

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896710002
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: junho de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 200 x 26 mm
Páginas: 440
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Literatura de Viagem
EAN: 9789896710002

Sempre!

Manuel Mesquita

Livro belíssimo para conhecer a cidade, quer se tenha estado lá ou não. Jan Morris é uma viajante maravilhosa e aprende-se imenso com ela. É como se estivéssemos passeando pelos canais e por São Marcos! Recomendo muito!

Leitura imprescindível para quem quer conhecer e/ou visitar Veneza

Antónia P. E.

Leitura imprescindível para quem quer conhecer e/ou visitar Veneza a partir do melhor livro de literatura de viagens que descreve a Sereníssima. A autora, conhecida por várias obras do mesmo estilo, conduz-nos pelos canais venezianos num tom pessoal ora apaixonado ora curioso, que culmina num retrato de acontecimentos mas também de pequenas histórias em torno de Veneza.

esplêndido

ana rute

um livro que , por um lado, deixa vontade de voltar a Veneza para quem já a visitou, e que, por outro lado, deixa-nos com vontade de conhecer, para quem ainda não lá foi.

SOBRE O AUTOR

Jan Morris

Jan Morris (1926-2020) nasceu em Clevedon, Inglaterra, filha de pai galês e de mãe inglesa, com o nome de James Humphrey Morris. Apesar da identidade masculina, percebeu «aos três, talvez quatro anos», que tinha nascido «no corpo errado», concluindo a transição para o sexo feminino em 1972. Estudou história em Oxford e aos 17 anos ingressou no Exército inglês. Depois de deixar a vida militar, dedicou-se ao jornalismo e integrou a redação do The Times. Publicou o primeiro livro, na sequência de uma visita aos EUA, em 1956. Daí em diante, escreveu dezenas de relatos de viagens, livros de história e ensaios, dois romances e uma coletânea de contos. Na Tinta-da-china, foram já publicados Veneza, Hav, Espanha, Manhattan ’45, Conundrum e Trieste. Passou os últimos anos da sua vida no País de Gales, na companhia de Elizabeth Tuckiness, com quem se tinha casado em 1949 e com quem teve cinco filhos. Em 2008, o The Times incluiu-a entre os 15 maiores escritores britânicos do pós-guerra e, em 2018, foi distinguida com o Prémio Edward Stanford, pelo seu contributo ímpar para a literatura de viagens.

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