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Vaxzevria Cantus

A música nos anos de pandemia

de Rui Eduardo Paes
Editor: Sistema Solar, junho de 2024 ‧
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Este livro colorido (e negro, e branco) fala sobre a música que sobreviveu, sobre a música que se opôs à letargia dos enclausuramentos, que ultrapassou a depressão e deu luta, que foi clandestina, sobre a música que hoje, talvez mais do que em outros momentos da história humana, é revolucionária.

«É incrível como, em 2020 e nos dois anos que se seguiram, a música não tenha parado. Aconteceu, e aconteceu como um acto de recusa do medo e da angústia, das medidas autoritárias […] de desafio ao aparente destino que parecia ter-nos retirado todo o livre-arbítrio. O período entre 2020 e 2022 (e ainda 2023) foi de acentuação de um espírito de mudança sistémica, como muito bem descreve o espanhol Paul B. Preciado no seu Dysphoria mundi. E é o som de uma generalizada e profunda depressão, sofrida também por este autor que vos escreve.
[…]
Com a doença que denunciou a natureza autoritária das democracias liberais e a degenerescência das infra e supra-estruturas sociais e das relações humanas, veio igualmente a vacina: a germinação de um espírito insurreccional que, para já e neste país, apenas se manifesta cultural e artisticamente.»
Rui Eduardo Paes

Vaxzevria Cantus

A música nos anos de pandemia

de Rui Eduardo Paes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895681525
Editor: Sistema Solar
Data de Lançamento: junho de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 170 x 249 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 280
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Música
EAN: 9789895681525

SOBRE O AUTOR

Rui Eduardo Paes

Com um percurso que vai já nos quarenta anos, Rui Eduardo Paes tem dividido a sua atividade entre a escrita, a divulgação, a curadoria e o ensino sobre música, regra geral associando-a a temáticas da filosofia, da sociologia e da teoria política e às demais artes, sobretudo as performativas. Trabalhou para publicações como Diário de Lisboa, Independente e Expresso, editou a revista Jazz.pt e passou pela Rimas e Batidas. Hoje tem o seu próprio espaço virtual: Passos na Floresta. Foi um dos fundadores da Bolsa Ernesto de Sousa, integrando o seu júri durante duas décadas, bem como da Associação Granular. Fez assessoria no ACARTE da Fundação Calouste Gulbenkian e comunicação no Teatro Nacional D. Maria II.

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