Vaidade e Ganância no Século XXI

Os usos e abusos do amor próprio

de Simon Blackburn
Editor: Temas e Debates, fevereiro de 2015 ‧
Toda a gente odeia o narcisismo, especialmente nos outros. O vaidoso pode mostrar-se aborrecido ou absurdo, e ofende o próximo sem se aperceber disso ou, pelo contrário, orgulhosamente consciente do seu comportamento. Mas serão o narcisismo e a vaidade realmente tão maus como parecem? Neste livro, Simon Blackburn defende que o narcisismo, a vaidade, o orgulho e o amor-próprio são mais complexos do que aparentam e possuem inúmeras facetas boas e más. Baseando-se na filosofia, psicologia, literatura, história e cultura popular, Blackburn propõe uma análise do amor-próprio, desde o mito de Narciso e da narrativa cristã da expulsão do Éden até à atual indústria do amor-próprio. Em última análise, mostra porque é o amor-próprio uma parte necessária e saudável da nossa vida. Mas também sugere que perdemos a capacidade de distinguir entre - e, pior do que isso, de equilibrar - as boas e as más formas de amor-próprio.

Vaidade e Ganância no Século XXI

Os usos e abusos do amor próprio

de Simon Blackburn

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896443115
Editor: Temas e Debates
Data de Lançamento: fevereiro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 234 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 244
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9789896443115
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Reflexão

AR

Este é um livro que nos faz pensar além do que nele está escrito. O autor confronta-nos... Um livro provocador. Recomendo.

Um ensaio "brilhante"

Carla Almeida

O autor encaminha o leitor numa viagem entre a antiguidade clássica e o tempo moderno atual. O livro é cativante e com temas pertinentes focados no 'eu', no egocentrismo. Aconselho.

SOBRE O AUTOR

Simon Blackburn

Simon Blackburn (n. 1944) é um filósofo inglês, membro do Trinity College da Universidade de Cambridge, investigador da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, e professor do New College de Humanidades de Londres. Autor de mais de dez livros de filosofia e de inúmeros artigos e recensões, destacou-se na área da meta-ética por defender o quasi-realismo, uma posição inspirada em Hume e que procura manter a objectividade dos juízos morais ao mesmo tempo que rejeita a existência de um domínio misterioso de realidades morais. Alguns dos seus livros mais populares foram um merecido sucesso em Portugal, e a Gradiva orgulha-se de ter publicado o seu Dicionário de Filosofia (1997) e Pense (2001).

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