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Uma Fragata no 25 de Abril

A verdadeira história da Almirante Gago Coutinho

de Noémia Louçã

editor: Parsifal PT, março de 2019
Uma obra que desmascara o maior mito da história recente de Portugal
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É verdade que no dia 25 de abril o comandante da fragata Gago Coutinho deu ordem para disparar sobre as forças de Salgueiro Maia?

Em 25 de Abril de 1974, o Estado-Maior da Armada deu ordens ao comandante da fragata Gago Coutinho para preparar o bombardeamento dos blindados de Salgueiro Maia no Terreiro do Paço. Durante muitos anos, teve livre curso a versão romântica de que os jovens oficiais da guarnição impediram o comandante de cumprir a ordem, impedindo assim um banho de sangue em Lisboa, uma guerra civil no país todo e o malogro da revolução.
Neste livro, a autora repõe a verdade sobre um oficial com uma vida de empenhamento antifascista. A ordem de preparar para fazer fogo nunca passou do comandante para qualquer subordinado, porque Seixas Louçã logo respondeu ao Estado-Maior que não podia cumpri-la.
Como pode comprovar-se pela análise dos factos e pelos documentos que lhe junta a autora, a verdade sobre a Almirante Gago Coutinho é a antítese absoluta da lenda que tem circulado durante décadas.

Uma Fragata no 25 de Abril

A verdadeira história da Almirante Gago Coutinho

de Noémia Louçã

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898760623
Editor: Parsifal PT
Data de Lançamento: março de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 231 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789898760623
e e e e E

Muito bom

João Manuel Aristides Duarte

Um caso pouco conhecido do 25 de abril de 1974 e que, finalmente, é esclarecido. Recomendado

Noémia Louçã

Nasceu em 1931. Licenciada pela Faculdade de Direito de Lisboa, integrou o MUD Juvenil, participando nas atividades e em listas para a Associação Académica. Em Lourenço Marques, cidade onde nasceu, foi a primeira mulher a exercer advocacia.
É a primeira mulher a advogar no Tribunal Europeu do Direitos do Homem, onde ganha um processo contra o Estado português. Integrou o júri dos exames de agregação à Ordem dos Advogados o Conselho dos Julgados de Paz. Reformada, ainda exerce advocacia.

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