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Uma Família Madeirense

de João França
Editor: Imprensa Académica, junho de 2019 ‧
14,88€
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Vizinha do Funchal, entre o Garajau e a Ponta da Oliveira, fica a viçosa freguesia do Caniço, agora a servir de palco ao desenrolar desta narrativa, que gira em torno da fictícia família Oliveira, com três gerações em cena.

Além de consubstanciar uma crónica familiar, a força do romance de João França (1908-1996) reside, em particular, na valorização da componente histórica e também sociológica da Madeira do século XX, sob o signo do Estado Novo, no período compreendido entre o verão de 1936 (com a revolta do leite em pano de fundo) e o verão quente de 1975, equacionando os conceitos subjetivos de tradição, rutura e emancipação.

Com o seu fino humor, repassado de ironia, o autor desperta a atenção do leitor para os momentos marcantes da vida das suas personagens, reveladas por pensamentos, atitudes e falas, e sempre com um profundo conhecimento da realidade local.

Uma família Madeirense reemerge no mapa da literatura lusófona como uma inspirada ficção ancorada no meio insular.

Uma Família Madeirense

de João França

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895436132
Editor: Imprensa Académica
Data de Lançamento: junho de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 237 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789895436132

Gostei!!!

Joaquim Silva

Adorei a saga dessa família no século XX. A escrita é fluída e o enredo está bem desenvolvido. É mesmo impossível não ler este livro todo de enfiada, prende-nos de tal forma...

Grande romance!

Beatriz Bussen

Fiquei apaixonada com a história... dois momentos do século XX, uma família poderosa e um patriarca impiedoso em vários momentos. Recomendo!

ADOREI, ADOREI....

Marta Afonso

Foi a primeira vez que li algo deste autor e adorei. Realmente, não se consegue parar de ler. Foi uma leitura compulsiva. Adorei e recomendo vivamente.

UM GRANDE LIVRO PARA LEVARMOS NAS FÉRIAS!

Sofia Santos Mendel

Este foi sem dúvida um dos melhores livros que já li! Uma história de amor, amizade e superação, onde por vezes, as coisas mais importantes não são aquelas pelas quais lutamos. Adorei o prefácio e o posfácio pela riqueza de informações sobre a obra, o autor e o período em que a trama decorre.

Adorei

Diana Margato

Eu não costumo gostar de Romances, mas este foi sem dúvida um dos melhores livros que já li! Uma história fantástica, e de fácil leitura, que não queremos que acabe. A história é cativante desde o início até o fim. Temos aquela de sensação de querer continuar a ler, para saber o que acontece a seguir. Simplesmente lindo!

Adorei!

Inês Pereira

Este é um daqueles livros que nos transporta ao passado. Um livro que até parece que se cheira e saboreia uma ilha que ficou quase esquecida.

Entre dois períodos

Paula Sá Reis

A trama, em pleno século XX, traz-nos memórias frescas de vários acontecimento que presenciámos ou que os nossos pais e avós contaram. Uma história cativante que agarra o leitor do princípio ao fim.

Fascinante

Pedro Silva

Este livro foi-me oferecido no dia do meu aniversário por uma pessoa muito especial. Cada frase, parágrafo ou capítulo foram devorados avidamente... Boas leituras!!!

Uma excelente leitura!

Pedro Silva

Cativante! Gostei imenso de descobrir a família do comendador. Trata de duas épocas muitos diversas, mas com pontos de ligação fascinantes. Aventurem-se que vão gostar!

SOBRE O AUTOR

João França

João França nasceu, em 1908, no Funchal e faleceu, em 1996, em Lisboa. Jornalista e escritor, deixa-nos um legado relevante no campo do património cultural e literário do século XX. Reconhecido pela sua produção romanesca e pelo seu contributo para o teatro, João França destaca-se, ainda, na poesia, na crónica e no trabalho que desenvolveu na Imprensa, quer na Madeira, quer em Portugal continental. Na ilha natal, trabalhou para vários jornais, tais como A Ilha, Comércio do Funchal e Re-nhau-nhau.
Em 1938, fixa residência em Lisboa. Na capital, começou por colaborar com o jornal A Noite e o Jornal da Tarde. Em 1944, começa a trabalhar no matutino O Século onde se afirmará como repórter internacional. Foi neste jornal que se cruzou com Aquilino Ribeiro, a quem solicitou o prefácio que acompanha o livro Ribeira Brava.

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