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Uma Casa no Fim do Mundo

de Michael Cunningham
Editor: Gradiva, abril de 2001 ‧
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O aclamado romance de Michael Cunningham, agora levado ao cinema, conta a história de dois amigos: Jonathan, solitário, inseguro e introspectivo; e Bobby, sombrio e silencioso. Depois de uma adolescência na modorra e desolação de uma cidade do interior, a relação encontra em Nova Iorque um novo espaço de crescimento com a cumplicidade de Clare, uma veterana das guerras eróticas da cidade. Jonathan, Bobby e Clare são os três vértices de um triângulo em desequilíbrio. Juntos procurarão construir um novo tipo de família, testando os limites da amizade e do amor, enfrentando os riscos da desilusão e do abandono.
Com a precisão e vivacidade que caracterizam a sua escrita, Michael Cunningham, autor de "As Horas" e "Sangue do Meu Sangue", descreve magistralmente a fragilidade e tensão das relações afectivas no mundo urbano do nosso tempo.

Com a precisão e vivacidade que caracterizam a sua escrita, Michael Cunningham descreve magistralmente a fragilidade e tensão das relações afectivas no mundo urbano do nosso tempo.

«Metáfora de uma procura de um espaço próprio, de conforto emocional e paz interior, a "casa no fim do mundo" de Jonathan, Bobby e Clare é a meta de um romance no qual Michael Cunnigham uma vez mais exibe uma impressionante capacidade retratista. [...] Em conjunto, as visões completam a história e confirmam, mesmo antes da obra-prima As Horas e do genial Sangue do Meu Sangue, um grande autor do quotidiano.»
Nuno Galopim, Diário de Notícias

«Há boa literatura e má literatura. Cunningham pertence, definitivamente, à primeira categoria.»
Sérgio Almeida, Jornal de Notícias

«Cunningham escreve bem, solto e elegante, e a estranha amizade entre [Jonathan e Bobby], e depois com [Clare], é quase uma fábula de sobrevivência, numa inquietude constante que nos agarra a cada página. E no fim há um desconforto que subsiste.»
Pedro Boucherie Mendes, Maxim

«Um mapa do território emocional contemporâneo.»
Vince Passaro, Newsday

«Lírico, [...] inesquecível e perfeito.»
The New York Times Book Review

«Cunningham escreve com vigor e elegância […] Chegamos a sentir que conhecemos Jonathan, Bobby e Clare tão bem como se vivêssemos com eles; contudo, cada um retém esse mistério a que nos seres humanos chamamos alma e na ficção chamamos arte.»
Richard Eder, Los Angeles Times

«Poucos romances apresentam a profunda sensibilidade deste extraordinário estudo de quatro personagens […] A escrita […] é uma fonte de prazer constante, fluente e, contudo, densa, rica de imagens incisivas e nuances psicológicas.»
Matthew Gilbert, The Boston Globe

«De tempos a tempos surge um romance tão arrebatador na sua beleza e sensibilidade que o leitor o devora de uma só vez, avidamente […] É o caso de Uma Casa no Fim do Mundo de Michael Cunningham.»
Sherry Rosenthal, San Diego Tribune

Uma Casa no Fim do Mundo

de Michael Cunningham

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726628170
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: abril de 2001
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 220 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 366
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726628170
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Michael Cunningham

Escritor norte-americano, Michael Cunningham nasceu a 6 de novembro de 1952, na cidade de Nova Iorque. Cresceu e estudou em Cincinnati, no estado do Ohio onde, com apenas quinze anos de idade, tomou a decisão de se tornar escritor, ao ler Mrs. Dalloway de Virginia Woolf, num volume que uma apaixonada o desafiara a ler.
Terminando o ensino secundário, ingressou na Universidade de Stanford como estudante de Literatura Inglesa, conseguindo o seu diploma em 1975. Transitou depois para a Universidade de Iowa, de onde obteve em 1980 um mestrado em Belas Artes.
Em 1989 viu o seu conto 'White Angel' ser escolhido para uma antologia, reunindo as melhores obras do género desse ano, o Best American Short Stories 1989. Publicou o seu primeiro romance no ano seguinte, com o título A Home At The End Of The World (1990). A obra contava a história de um triângulo amoroso invulgar, entre dois homens homossexuais e uma amiga mútua, e ganhou reconhecimento imediato por parte da crítica. Como resultado deste sucesso, Cunningham ganhou uma bolsa atribuída pela Fundação Guggenheim no ano de 1993.
Seguiu-se o aparecimento de Flesh And Blood (1995), romance em que o autor descrevia os problemas da família Stassos, apresentando uma perspetiva original das relações entre o passado e o futuro.
Em 1998 publicou The Hours, obra em que Cunningham prestava homenagem ao romance que inspirou a sua carreira, Mrs. Dalloway. Repartindo a ação entre a Greenwich Village dos Anos 80, Los Angeles da década de 40 e a Londres de Virginia Woolf, o livro foi visto pela crítica como um projeto ambicioso, mas bem sucedido, o que se confirmou com a atribuição dos prémios Pulitzer e Pen/Faulkner na categoria de Ficção. The Hours foi adaptado para cinema no ano de 2002, com nomes como Nicole Kidman, Meryl Streep e Julianne Moore no elenco.
Publicou Land's End: A Walk Through Provincetown em 2002, obra que estudava uma comunidade de artistas residindo numa pequena localidade de Cape Cod. Vive em Nova Iorque.

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