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Um Natal nos Açores, ou Como o Pai Natal Trocou as Botas de Cano pelos Chinelos

de Luís Rego; Ilustração: Sara Azad
Editor: Letras Lavadas, novembro de 2019 ‧
12,23€
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Um Natal nos Açores novo livro de Luís Rego.

Um Natal nos Açores, ou como o Pai Natal Trocou as Botas de Cano pelos Chinelos é um divertido livro escrito pelo autor de A Fajã de Cima, ou Como a Bota de Cano se Tornou Mais Atraente que o Salto Alto e ilustrado por Sara Azad, em que o leitor poderá acompanhar a viagem do Pai Natal aos Açores, terra pela qual se apaixona irremediavelmente e de onde dificilmente quererá voltar a sair.

Um livro de Natal que rompe com os cânones e os clichés característicos dos livros editados nesta época, prometendo ser uma agradável e divertida surpresa para miúdos e graúdos.

Um Natal nos Açores, ou Como o Pai Natal Trocou as Botas de Cano pelos Chinelos

de Luís Rego; Ilustração: Sara Azad

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897352430
Editor: Letras Lavadas
Data de Lançamento: novembro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 167 x 238 x 6 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 32
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Infantil (6 a 10 anos)
EAN: 9789897352430

SOBRE O AUTOR

Luís Rego

Nasceu em Ponta Delgada, mas viveu grande parte da vida em Lisboa, onde desempenhou funções como redator publicitário na agência de publicidade multinacional McCann Erickson, passando, mais tarde, pela Fisher Portugal, o maior grupo de comunicação da América do Sul. Foi Diretor Criativo da HDG Açores, agência que ficou conhecida por ter criado a Marca Açores. Teve estreia literária em 2012 com o livro infantil "O Arranha-Céus Horizontal". Em 2018 lançou "A Fajã de Cima, ou como a bota de cano se tornou mais atraente que o salto alto". E em 2019, lançou o livro infantil "Um Natal nos Açores, ou como o Pai Natal trocou as botas de cano pelos chinelos", com ilustração da Sara Azad. Mas eu, que estou farto de escrever na terceira pessoa, só fiquei mesmo muito impressionado quando li "A Pomba" de Patrick Suskind pela primeira vez. Mas, Giorgio de Chirico e Max Ernst elevam toda esta ideia do impressionar a um patamar que nunca antes vi.

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